segunda-feira, 9 de abril de 2018

Ciclo do semeador de raízes



Concebe no desejo
Fecunda no útero
Semeia na infância
Cultiva, aduba...
Brota.
Germina na adolescência
Floresce na juventude
Frutifica na plenitude
Ceifa, Colhe - parece que morre.
Alimenta, nutre
Fortalece
Reinicia o ciclo.                             
Concebe, fecunda e nasce de novo...
Reinicia o ciclo do semeador de raízes.
Palavras são sementes que dançam para você.
Se vão germinar e enraizar... Isso, é com você.
Quanto a mim, semeio raízes.

"A terra por si mesma frutifica: primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga.
E quando o fruto já está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa."  (Marcos 4:28, 29.)

Por: Alexandra Guerra. 




terça-feira, 27 de março de 2018

Festa da Páscoa


 “Joguem fora o velho fermento do pecado para ficarem completamente puros. Aí vocês serão como massa nova e sem fermento, como vocês, de fato, já são. Porque a nossa Festa da Páscoa está pronta, agora que Cristo, o nosso Cordeiro da Páscoa, já foi oferecido em sacrifício.”
1 Coríntios 5: 7 [BLH]

sexta-feira, 9 de março de 2018

Crônica sobre a Páscoa.

(Com sugestão de atividade para casa ao final.)


Páscoa. 
Crônica de Luiz Fernando Veríssimo. 

Papai, o que é Páscoa?
-Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
-Igual ao Natal?
-É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
-Ressurreição?
-É, ressurreição. Marta, vem cá!
-Sim?
-Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
-Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
-Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
-O que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
-Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
-É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a ilha de Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
  -Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
  -Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
  -Coelho bota ovo?
  -Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
  -Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
  -Era... era melhor,sim... ou então urubu.
  -Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né?
  -Que dia ele morreu?
  -Isso eu sei: na Sexta-feira Santa.
  -Que dia e que mês?
  -(???)
  -Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
  -Um dia depois!
  -Não três dias depois.
  -Então morreu na Quarta-feira.
  -Não, morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na Sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
  -Papai, porque amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
  -É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
  -O Judas traiu Jesus no Sábado?
  -Claro que não! Se Jesus morreu na Sexta!!!
  -Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
  -Ui...
  -Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
  -Cristo. Jesus Cristo.
  -Só?
  -Que eu saiba sim, por quê?
  -Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
  -Ai coitada!
  -Coitada de quem?
  -Da sua professora de catecismo!


PARA CASA para ser feito em família.

Leiam a Crônica em família e depois façam o que se pede.

1- Após lerem a crônica, respondam (em família) , do seu jeito, as perguntas feitas pelo filho escrevendo ao lado do próprio texto.
2- Qual o significado da Páscoa para sua família?

quinta-feira, 1 de março de 2018

Dinâmica: "Roda Viva"

Dinâmica: "Roda Viva" realizada com os pedagogos da Secretaria Municipal de Educação (SEMED). 
Muita interação e alegria com este grupo maravilhoso!


Semed promove Primeiro Encontro de Pedagogos da Rede Municipal de Ensino Destaque

Escrito por  SEMED Publicado em SEMED

28
FEV
Semed promove Primeiro Encontro de Pedagogos da Rede Municipal de Ensino
A Secretaria de Educação realizou nessa terça-feira (27),no auditório da EMEF Ignez Massad Cola, o Primeiro Encontro de Pedagogos da Rede Municipal de Ensino, que contou com a participação de aproximadamente 100 profissionais da área.
O encontro, entre outras ações, traçou metas para o ano letivo 2018 e problematizou as ações pedagógicas, com o objetivo de garantir o direito de aprender dos alunos. Assuntos como currículo, avaliação, aprendizagem significativa e valorização do fazer docente com a mediação efetiva dos Pedagogos protagonizaram o evento.
O encontro foi o primeiro de uma série, que juntamente com a formação de professores busca o sucesso de todos os alunos valorizando uma educação para a vida.

Disponível em: http://www.guarapari.es.gov.br/portal/index.php/semed/item/2374-semed-promove-primeiro-encontro-de-pedagogos-da-rede-municipal-de-ensino



sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

A infância é o melhor tempo para semear!

Você se importa com as crianças e suas famílias? Então, o que você faz conta!


Sou grata por estarmos juntos e termos a honra de semear na vida de crianças e de suas famílias.

Que tenhamos todos um ano produtivo, regado a paz, saúde e disposição para dar o que há de melhor em cada um de nós! 
Vamos fazer a diferença, mais uma vez?!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Seminário de Formação para Pais e Educadores

Mais uma missão de formação para pais e educadores cumprida!! 👊💓
Quanta animação e envolvimento nesta turma de mais de 100 participantes em Poços de Caldas, MG, no dia 13 de janeiro de 2018!
Que dia produtivo e alegre!
E aí vai uma das paródias criadas ao final do seminário, como tarefa de resumo da formação: 

"Aprendi uma historinha

que Jesus me ensinou
apascentai os cordeirinhos 
Ensinai-os, ensinai-os com amor. 


Para ensinar os cordeirinhos

é preciso de dedicar com paciência
e muito amor
e pedir sabedoria para o Senhor. 


aprendi no seminário

que eu sou muito capaz
é Jesus que me conduz
Eu não vou, não vou desistir jamais
Amém."
👏👏👏👏👏















terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Infância - O Melhor Tempo Para Semear - Alexandra Guerra

Infância - O Melhor Tempo Para Semear - Alexandre Guerra

Infância - O Melhor Tempo Para Semear - Alexandra Guerra>> 
Comparando o tempo da infância a um solo fértil, a autora apresenta princípios fundamentais, extraídos da Palavra de Deus, para que você possa fazer um bom plantio, a fim de, futuramente, garantir uma abundante colheita na vida das crianças. Além disso, ela trata de outros assuntos importantes, como dedicação aos filhos, o exemplo dos pais, amor, disciplina, liberdade, limites e vários outros temas que ajudam os pais e os professores a investirem na vida das crianças com sabedoria e reponsabilidade.

Visite o site da Editora e dê sua opinião sobre o livro:
http://www.editorabetania.com.br/2826/infancia+o+melhor+tempo+para+semear

sábado, 30 de dezembro de 2017

Que venha 2018!



Fertilizar o ciclo que se reinicia com toda virada de ano.
Desejo-te toda paz, todo deleite, todo amor, todo sucesso que fará bem a você e aos que estão seu redor. 
Com carinho e esperança, Alexandra Guerra. 

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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Cursos online gratuitos para professores

Cursos online gratuitos para professores

Salvar
internet trouxe uma infinidade de opções de estudo, entre as quais gosto de destacar oscursos online, em especial os chamados MOOCs (Massive Open Online Courses ou Cursos Online Gratuitos e Massivos). Vocês conhecem esse conceito?
São aqueles cursos que podem ser feitos por qualquer pessoa com acesso à internet. Geralmente oferecidos por plataformas educacionais, eles cobrem diversos assuntos e ocorrem em duas modalidades: com tutoria, isto é, as pessoas relacionadas à instituição de ensino acompanham as atividades e tiram as dúvidas dos alunos por meio de fóruns ou bate-papos. Por essa razão, tem um tempo para começar e terminar. A outra modalidade é a do curso autoinstrucional, que não tem limite de tempo, pois cada aluno realiza as atividades no ritmo que for mais adequado para ele. Assim, não há tutores, mas fóruns para discussão com outros estudantes que, por coincidência, estão fazendo o mesmo curso que você.
Você já fez algum MOOC? Confesso que já comecei vários e terminei só alguns. Minha principal dificuldade é encontrar tempo para me dedicar nas semanas seguintes ao início. Começar é fácil, em alguns cliques você já está apto para ver o material, mas terminar é um grande desafio.
Existem várias opções voltadas para professores. Alguns exigem pagamento para obter a certificação, mas para acompanhar as aulas e atividades não é preciso pagar nada. Caso você tenha se interessado em experimentar, listo aqui as principais plataformas e alguns dos cursos que elas oferecem:
e-Aulas da USP
O portal de aulas da USP oferece disciplinas de várias graduações. Na lista de Pedagogia, tem vários assuntos que podem te interessar, como Convivência Democrática na EscolaEducação em Direitos Humanos e Educação e Construção de Valores.
Coursera
Uma das maiores plataformas da área, o Coursera tem parceria com mais de 130 universidades e instituições de ensino e oferece quase 1500 cursos. Entre os ministrados em português,  Ensino HíbridoGestão para a Aprendizagem: Módulo Gestão Estratégica eFundamentos do Google para Ensino podem te ajudar. Alguns outros possuem legendas em português, como o Aprendendo a Aprender e o Fundamentos das Práticas de Ensino para a Aprendizagem.
Veduca
A plataforma brasileira oferece mais de 300 cursos. Na área de Educação, há Tópicos de Epistemologia e DidáticaPrimeira Infância e Jornal na Sala de Aula.
Unesp Aberta
O ambiente de aprendizagem online é uma iniciativa da Reitoria da Unesp que oferece os recursos pedagógicos digitais desenvolvidos para a Universidade. Há muitas opções para os professores, como Conteúdos e Didática de AlfabetizaçãoConteúdos e Didática de arte,Conteúdos e Didática de Ciências e SaúdeConteúdos e Didática de Geografia e Conteúdos e Didática de Língua Portuguesa e Literatura.
Escolas Rurais Conectadas 
O programa da Fundação Telefônica abriu os 27 cursos certificados pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) para professores de todo o país.Em cada unidade, há uma sequência de textos, referências e atividades. Ao final, quem cumprir a carga horária recebe um certificado. Há vários cursos sobre o uso da cultura digital nas escolas, como  TIC de Inovação nas EscolasTIC nas Escolas: Nível BásicoTIC nas Escolas: Nível MédioTIC nas Escolas: Nível Avançado e Quadrinhos Digitais.
Qual é a opinião de vocês sobre o tema? Que tópicos gostariam de estudar? Já conseguiram terminar um curso? Deixem seus comentários!
Um abraço,Iana Chan

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Brincar com os filhos por 15 minutos ao dia ajuda no desenvolvimento cerebral das crianças

Em pesquisa, 50% dos pais dizem não ter tempo de brincar; tablet é opção de 84% das famílias

Fim do expediente, já em casa e depois do jantar, o cansaço, enfim, bate, e é quando as crianças perguntam: “Papai, mamãe, vocês querem brincar?”. Difícil encontrar quem responda ao convite afirmativamente e com empolgação genuína, afinal, com a rotina corrida, é natural que os pais se sintam exaustos no final do dia, sem disposição para se sentar no chão e encarar uma partida de um jogo ou uma rodada de faz-de-conta.

Talvez se soubessem que apenas 15 minutos de brincadeira com os filhos fazem toda a diferença para o seu desenvolvimento, estes pais e mães agiriam diferente. De acordo com Priscila Cruz, especialista em ensino e uma das fundadoras da OSCIP Todos pela Educação, o ato de brincar é fundamental para que a criança desenvolva habilidades intelectuais e emocionais essenciais no futuro.

— Brincar ajuda a criança a ser criativa, a se comunicar, a ter empatia pelos outros. A criança que brinca bastante tira notas melhores ao longo da vida e tem uma série de outras consequências positivas em sua vida adulta porque desenvolve seu cérebro. Brincar traz competências sócio-emocionais à criança, e é um treino para a vida. Elas aprendem a lidar com as regras, a entender seus limites físicos.

Especialistas concordam que, atualmente, há uma série de obstáculos ao chamado “brincar livre”, quando a criança é a “dona” da brincadeira, inventando e modificando as leis do jogo, fantasiando. Para eles, o número elevado de compromissos nas agendas infantis, por exemplo, dificulta a ocorrência destes momentos de diversão, como explica Priscila.

— Hoje a criança tem muito mais demandas, acrescentamos coisas à sua rotina que concorrem com o brincar e elas têm cada vez menos tempo. Além disso, há as telas da tecnologia, com tablets e celulares, que até trazem outras habilidades para eles, mas de uma maneira muito limitada. E há também a superproteção dos pais. As pessoas têm cada vez menos filhos, então os protegem com medo de perdê-los, porque são os únicos que elas têm.

E é nesta lista que entra também a indisponibilidade dos pais. Uma pesquisa realizada em dez países com 12 mil pais de crianças entre cinco e 12 anos aponta que metade dos entrevistados diz não ter tempo para brincar ao ar livre com seus filhos. E, nas famílias consultadas, 84% das crianças brincam no máximo duas horas por dia, 40% brincam menos de uma hora, e 6% nunca brincam ao ar livre em um dia normal.

Consultor da Unicef e da Unesco e especialista em Políticas Públicas pela Primeira Infância, Vital Didonet reforça a importância do envolvimento da família nos momentos de brincadeira.

— Muitos pais chegam em casa estressados e querem ter eles próprios o seu lazer. Mas este é um ônus da paternidade e da maternidade, e os pais e mães têm que renunciar a isso. Eles precisam brincar nem que seja por 15 minutos, mas que seja se entregando ao momento. O adulto também vai descansar, desde que não considere aquilo um dever.

Para Didonet, é papel dos pais também tomar a iniciativa de apresentar alternativas de brincadeiras que não passem pela tecnologia, especialmente quando 84% das crianças brasileiras dizem preferir um tablet a brincar ao ar livre, como mostrou o levantamento.
Na visão de Priscila, além da influência sobre a saúde mental e o desenvolvimento da criatividade das crianças, brincar também é indispensável porque é nos momentos lúdicos que os pequenos vão treinar seu papel na sociedade dos adultos.

— Há pais que protegem os filhos inclusive na hora de brincar. Mas eles se esquecem que o erro é super importante para a criança aprender. Ninguém é criativo sem ter errado antes.



https://noticias.r7.com/saude/brincar-com-os-filhos-por-15-minutos-ao-dia-ajuda-no-desenvolvimento-cerebral-das-criancas-13042016


domingo, 15 de outubro de 2017

Parabéns professores educadores!

Parabéns para nós  semeadores de esperança e ampliadores de horizontes! Pois o conhecimento aliado à sabedoria são libertadores. 
Com fé e carinho,  Alexandra.

Resultado de imagem para borboleta

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Jardins



Jardins

Minha cabeça está cheia de jardins. Para mim, foi Deus quem plantou eles aqui dentro. Imagine aquele terreno onde se cultivam árvores, flores e plantas... Perfume, beleza, paz... é deste jardim que estou falando.
Os eventos mais importantes acontecem em um jardim.
Deus plantou um jardim no Éden, e pôs nele o homem que havia formado, (Gn 2:8). Nele havia lindas árvores, alimentos e um rio que o regava. Esse rio se repartia em quatro braços. Deus colocou o homem lá para cultivá-lo e guardá-lo. O próprio Deus andava por este jardim.
O pecado original e a morte espiritual da raça humana tiveram início no jardim.
A redenção e a vida eterna também se originaram no jardim. Pois, no lugar onde Jesus havia sido crucificado, sepultado e ressuscitado, existia um jardim. (João 19:41). 
Como Maria Madalena suponho que Jesus seja um jardineiro Mestre, (João 20:15) creio que Ele me conhece e me chama pelo nome.
Descobri a pouco, outro motivo, porque quando estou em um lugar assim, cheio de plantas e flores me sinto mais perto de Deus; é porque tudo o que nasceu ali teve primeiro que morrer para si mesmo, para então depois nascer. "O que semeias não nasce, se primeiro não morrer." (1 Co 15:36). A semente morre para então resultar em um novo corpo que Deus lhe dá. 
Tem tantas coisas em nós que precisam morrer: Corrupção, desonra, fraqueza... e quando elas morrem em um jardim é maravilhoso, pois podem ser transformadas e nascer de novo! Deus dá ao grão o corpo apropriado, como diz em 1 Co 15:42- 44 :"Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder. Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual." 
Desejo viver rodeada por um jardim. Por isso, estou investindo em sementes onde estou plantada. 
Jesus disse que Ele é a videira, e o Pai do Céu é o agricultor. (João 15). Nós que cremos nele somos os ramos, se não dermos frutos Ele nos corta. Simples assim. E todo ramo que dá fruto, Ele limpa, para que produza mais fruto ainda. Os ramos só podem dar frutos se estiverem ligados na videira, e dela extraírem seiva da vida. O ramo que não estiver ligado na videira, secará e será lançado no fogo. Elementar assim.
Prefiro estar no jardim a estar no fogo! 
O Pai me cultiva. Eu sou o ramo. Jesus a parreira que produz uva. 
Então, como diz a música de crianças, sou mesmo uma florzinha de Jesus!

Alexandra Guerra :-)
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Blog: alexaguerra.blogspot.com

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O país investe uma porcentagem considerável do PIB, mas o gasto por aluno ainda é muito baixo.

https://novaescola.org.br/conteudo/6760/o-que-responder-quando-disserem-que-o-brasil-gasta-muito-com-educacao

O que responder quando disserem que o Brasil gasta muito com Educação?

O país investe uma porcentagem considerável do PIB, mas o gasto por aluno ainda é muito baixo. Entenda
Por: Caroline Monteiro
Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil
Mais de 5% de todas as riquezas produzidas no Brasil vão para a Educação. Esse número pode impressionar, e muitas vezes é usado por quem defende que o Estado já gasta o bastante nessa área. O argumento é reforçado por comparação. Afinal, outros países em desenvolvimento, como Argentina (4,9%), Chile (4,0%), Colômbia (4,2%) e México (4,6%), gastam proporcionalmente menos que o Brasil e um deles, o Chile, vai muito melhor do que o nosso país nas pesquisas internacionais. É um argumento forte e reforça a necessidade de melhorarmos a gestão do dinheiro que vai para a educação. Porém, ele pode e deve ser relativizado - sobretudo após a divulgação do estudo Education at a Glance, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A entidade é formada por 35 países — a maioria desenvolvidos e com alto PIB per capita — e procura levantar informações para a comparação de políticas públicas. O Brasil não é membro da OCDE, mas é convidado para alguns dos estudos, como o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Esses relatórios são importantes para comparar diversos aspectos econômicos e sociais brasileiros com o de países desenvolvidos e com outras nações em desenvolvimento.
No Education at a Glance 2017, a OCDE mostrou como o percentual do PIB destinado à área pelo Brasil não é dos piores, mas apontou o problema no gasto por estudante. O país investe apenas 5,6 mil dólares por ano por aluno da Educação Básica (ou cerca de 466 dólares mensais), enquanto a média das demais nações avaliadas pelo relatório é de 10,8 mil dólares (ou 33,6 mil reais). Esse valor inclui 1) salário e formação de professores 2) material e infraestrutura 3) políticas públicas para atrair novos docentes e 4) medidas para diminuir o número de alunos por sala.
Aqui, na NOVA ESCOLA, nós acreditamos que os professores devem participar do debate público. Quem conhece a sala de aula tem plenas condições, quando bem preparado, de debater com políticos e técnicos das secretarias de ensino. Ao olhar o relatório, nós pensamos em perguntas que você provavelmente já ouviu, E, com dados desse estudo, mostramos que respostas você pode dar sempre que alguém te disser "o Brasil gasta muito em educação". Esperamos que seja útil.
Arte: Alice Vasconcellos
O Brasil gasta muito em Educação?
Não. Mas antes, vamos entender o que o dado significa. O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todas as riquezas produzidas por um país, mas é apenas um valor de referência, que considera o setor público e privado. Não existe um cofre ou conta bancária onde “o dinheiro do PIB” fica guardado. Então, dizer que parte do PIB é investido em algum setor serve apenas para comparar a soma monetária de quanto o país produz em bens e serviços com o quanto o governo envia para a Educação (e esse dinheiro vem, principalmente, da arrecadação de impostos, não do lucro de alguma produção).
Apesar de investirmos uma porcentagem relativamente alta do PIB, maior do que a de outros países, isso não significa que estamos gastando muito. A comprovação vem do dado que mostra quanto o país gasta com cada aluno. Primeiro, é preciso considerar que o PIB do Brasil não é tão grande se for considerado o tamanho da população e a crise econômica atual. O valor total, de 1,796 trilhão de dólares, dividido pelos 207,7 milhões de habitantes, gera um PIB por pessoa de 8.649,95 dólares. O da Rússia é 8,7 mil; da Argentina, 12,5 mil; do Chile, 13,8 mil; e do Uruguai, 15,2 mil.
Segundo Marcelino Rezende, especialista em financiamento da Educação e professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto, soma-se a isso o fato de que o PIB brasileiro está escolhendo (redução de 3,8% em 2015 e 3,6% em 2016). “A porcentagem do PIB é apenas um índice e não reflete o quanto chega aos alunos. Como o PIB está reduzindo, se continuarmos gastando a mesma quantidade de dinheiro, daqui um ano vai parecer que investimos mais, porque a porcentagem vai aumentar, mas não é essa a realidade.”
Outra análise é a da dívida histórica que temos com a Educação brasileira. De acordo com Pilar Lacerda, ex-secretária nacional de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) e diretora da Fundação SM, que trabalha para fortalecer a Educação pública, enquanto os países desenvolvidos gastavam entre 6% e 7% do PIB com o setor educacional, o Brasil destinava apenas 3%.
Por que o percentual do PIB e o gasto por aluno apontam resultados tão discrepantes?
A discrepância entre a porcentagem do PIB e o gasto por aluno é elevada devido ao grande número de estudantes. Segundo Pilar, são 42 milhões de alunos na Educação Básica, somados aos adultos que precisam da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e também a parte da população que não é alfabetizada. “Às vezes, temos um orçamento que parece alto, mas não é. O valor que pode ser suficiente para uma cidade desenvolvida do interior de São Paulo é insuficiente para municípios como Manaus, por exemplo, que tem especificidades devido à existência de escolas ribeirinhas, rurais e urbanas, que exigem transporte e regime de trabalho diferenciados, sob um mesmo orçamento”, explica Pilar.
É preciso notar ainda que o gasto por aluno só leva em consideração as despesas das instituições educacionais, enquanto o investimento como percentual do PIB considera também as despesas relacionadas à Educação que não vão diretamente para a qualidade educacional, como bolsas de ajuda de custo que o governo dá diretamente para o aluno.
Arte: Alice Vasconcellos
Tudo bem. Nós investimos pouco em Educação, mas a gestão não ajuda, certo?
Correto. Falta, em muitas secretarias, conhecimento técnico para administrar o dinheiro. É comum escolas receberem todo o recurso para o ano letivo apenas em novembro, por exemplo. “Aí a escola não pode gastar por gastar, para constar nos números. Aquele dinheiro fica sem destino e parece que está sobrando”, diz Pilar.
E se diminuirmos a corrupção, teremos mais dinheiro para a Educação?
Sim, mas não tanto quanto parece. Na Educação, a corrupção atinge uma porcentagem pequena, segundo Marcelino. Não há dados oficiais sobre corrupção no setor, mas Marcelino estima um desvio de 2% do orçamento. É uma área que abre menos espaço para desvio de recurso público porque grande parte tem destino certo, como a folha de pagamento. “De acordo com o Fundeb, 60% do dinheiro é para pagamento de professor. Bem ou mal, já é um recurso carimbado, destinado a um uso específico”, explica Pilar.
Mas, apesar de ser uma porcentagem pequena, há espaço, sim, para corrupção. Como 90% da verba de Educação Básica é destinada à folha de pagamento (de professores e funcionários), há brecha para a contratação de pessoas por interesse político. Os outros dois focos de corrupção, segundo Marcelino, são os serviços terceirizados de merenda, transporte escolar e material didático, além das obras. E, quando falta dinheiro, todo recurso importa.
Isso pode piorar com o teto de gastos na Educação?
Sim. A PEC do Teto de Gastos, promulgada em dezembro de 2016, limita os gastos públicos de um ano ao que foi gasto no ano anterior. Por exemplo, em 2018 só será possível gastar com saúde e Educação a mesma quantidade que foi gasta em 2017, corrigido pela inflação. “A PEC que congela os gastos públicos passará a ser sentida a partir do ano que vem e, como viemos de um cenário de recessão econômica, as previsões não são boas”, diz Marcelino.
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Jogos e dinâmicas no ensino como prevenção de indisciplina

“Quem é sábio, ensina grandes verdades de maneira simples e agradável.” Pv 15.2a (B Viva)

 Ser sábio e ensinar de maneira simples e agradável são alvos de todos aqueles que amam o ensino. Assim era o ensino de Jesus. O mestre atraía as multidões, “ninguém jamais falou como aquele homem” (Jo 7.46). Jesus deixava a multidão maravilhada com seu ensino (Mc 11.18b). A grande multidão o ouvia com prazer e admiração (Mc 12.37b; 6.2). Mas, como era esse ensino?
O ensino de Jesus era a encarnação de Pv 15.2 pois, suas palavras sábias tornavam o ensino atraente.( Ver na Bíblia na Linguagem de Hoje) Jesus ensinava envolvendo, levando as pessoas a experimentarem as verdades que apresentava. (Lucas 9.10-17; 10.1-12, 28,36,37; Mt 14.22-36). O Mestre ensinava encantando e com autoridade (Mc 1.21, 22); pois sempre fazia o que agrada ao Pai e falava exatamente o que o Pai lhe ensinou (Jo 8,28,29). Era seu costume ensinar (Mc 10.1). Seu ensino vinha de Deus, sua motivação era a glória do Pai (Jo 7.16).
A maneira de ensinar do Mestre permite ao aprendiz participar para esclarecer, assimilar e dar sentido às informações e idéias que estão sendo estudadas. É aquele ensino descrito em Dt 6.7.
Com um Mestre assim, quem tinha tempo para fazer “bagunça”? Suas palavras eram atraentes, seu ensino dinâmico envolvia as pessoas, não havia espaço para indisciplina. Precisamos aprender com nosso Mestre.
“Os métodos empregados por Jesus formaram um  marcante contraste com os que estavam em uso nos Seus dias. Quando se passava da aula dos Rabinos para a aula de Jesus ‘a transição era como passar de um sótão antigo e poeirento que há meses não foi arejado, para a atmosfera brilhante e fresca de uma límpida manhã de primavera,’ (Mckoy, C. F. A arte de Jesus como Mestre. P.33). Tal experiência, tão nova, e tão revigorante, reflete não apenas o conteúdo dos ensinos como também os métodos empregados. Indica, outrossim, a qualidade suprema do próprio Mestre, um professor que não deve ser comparado com Seus contemporâneos, e, sim, contrastado com eles.” (Hurst, p 83).
Precisamos aprender com nosso Mestre...

Mudar o jeito de ensinar não é fácil nem rápido, mas é absolutamente urgente e necessário para não ficar para trás no novo milênio.” (Nova Escola,dez/2000. p.14) Sabemos que a escola precisa mudar, e de fato, o ensino está mudando. Com ele o conceito de disciplina também mudou. Se antigamente disciplina equivalia ao silêncio absoluto, a disciplina desejada hoje é a do interesse e da participação. Para isto, pressupõe-se, da parte do aluno, valores éticos anteriores à  escolarização:  entendimento de regras comuns, partilha de responsabilidades, cooperação, reciprocidade, solidariedade, etc.  E, acima de tudo, reconhecimento dos direitos do outro, sem o que fica impossível a convivência em grupo.

Os jogos e dinâmicas atendem a essas mudanças e necessidades na educação. Podemos ensinar quase tudo por meio dos jogos. As dinâmicas envolvem, tornando a aprendizagem  agradável. “Se gosto, aprendo.” É um jeito de ensinar e aprender fascinante e surpreendente, envolve até os mais displicentes. O espaço para indisciplina se torna inviável, desde que todos estejam ocupados de alguma forma. Isto não significa, silêncio absoluto sempre, mas sim, um som de aprendizagem e envolvimento no ar.
Em momento algum sugiro que os jogos e dinâmicas ocupem o lugar de uma variedade de procedimentos didáticos, como as aulas expositivas, por exemplo, variedade esta necessária e enriquecedora. O que afirmo são as qualidades evidentes deste recurso de ensino e as possibilidades de seu uso para construção do conhecimento e desenvolvimentos de valores e atitudes.
Em seu livro Kirby  diz que “o princípio que baseia o uso de jogos no ensino é que os participantes aprendem melhor fazendo do que lendo, ouvindo ou observando. Para o treinamento voltado para modificação do comportamento e atitude, o aprendizado ativo definitivamente precisa ser incentivado. Qualquer treinamento ou  ensino pode ser beneficiado de jogos. A recompensa do uso de jogos é que o instrutor pode usá-lo para tornar uma experiência tão agradável quanto útil.”
 Que possamos evoluir no ensino de forma a conquistar o que Monteiro Lobato há muito nos desafiou:“A brincadeira é forma superior de educação”.

Por: Alexandra Guerra - http://alexaguerra.blogspot.com.br/

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