sábado, 25 de março de 2017

Páscoa é abnegação.


Sua proposta de vida não foi atendida por muitos.

Condenaram este homem e crucificaram-no ignorando os seus propósitos para um mundo bem melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
Por três horas o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra... 
 Até que ao terceiro dia a vida rompia e abria o caminho que Ele anunciou.
A páscoa existe para nos lembrar deste momento inigualável chamado ressurreição.
Resultado de imagem para correntes quebradas libertaçãoRessurreição da alegria de viver, da bondade, do amor.
Ressurreição da amizade, da vontade de ser feliz.
A Páscoa é a comemoração de uma verdade que não é anunciada pelos ovos de chocolates e dos coelhinhos da páscoa:
Cristo morreu e ressuscitou.
Ele nos ensina a valorizar nossas virtudes e a ressuscitar sonhos já foram enterrados no íntimo de nossos corações.
Que nossa páscoa seja celebrada diariamente, que possamos encontrar em nós e ao nosso redor - amor, tolerância, compaixão, paz, fraternidade, companheirismo, porque isso sim, é o verdadeiro sentido da Páscoa.
Em uma palavra? Abnegação: que significa a renúncia espontânea do interesse ou conveniência própria. Para que assim, de mãos livres possamos abraçar o outro, em seu benefício e não em nosso apenas. É difícil, mas podemos conseguir! Você quer deixar suas mãos livres?

Feliz Páscoa!
Alexandra Guerra. (http://alexaguerra.blogspot.com.br/)

sábado, 18 de março de 2017

"Pai, ninguém pode suprir sua falta."


"Preencha a vida dos filhos com a profundidade do amor e proteção que somente um pai pode oferecer. Pai, ninguém pode suprir sua falta." Alexandra Guerra. 

quarta-feira, 15 de março de 2017

Não eduque seus filhos pelo que você vê no Facebook É muito fácil viralizar informação duvidosa sobre a educação das crianças

http://brasil.elpais.com/brasil/2017/03/10/internacional/1489161790_174837.html
Peppa Pig causa autismo. Quem está dizendo é a Universidade Harvard, segundo um site espanhol chamado Por Qué No Se Me Ocurrió Antes. A notícia, segundo essa versão, teria sido ocultada “devido à popularidade do programa, mas a Internet ajudou a difundir seus resultados”. Mais de 629.000 pessoas compartilharam no Facebook.
Você é daqueles que acalmam os filhos com um tablet? “Pode causar um dano irreversível a eles”, diz o centralinformativa.tv, numa notícia que teve 947.000 interações no Facebook. “As crianças passam mais tempo brincando com aparelhos do que interagindo com pessoas”, lamenta o texto.
Em 2016, falou-se muito de notícias falsas na política. Mas, no Facebook, as de maior sucesso dizem respeito a um assunto mais delicado: nossos filhos. Uma seleção dos textos sobre pais e filhos mais curtidos e compartilhados no ano passado no Facebook mostra que a maioria deles tem um vínculo escasso com a realidade, embora sempre haja um professor ou universidade citados aleatoriamente para dar peso à notícia.
O estudo que acusa a Peppa Pig de causar autismo não existe, nem o pesquisador de Harvard que fez a descoberta. A notícia sobre os tablets traz uma visão enviesada e sensacionalista de um trabalho de Jenny Radesky, da Universidade de Michigan, que recorda como seu artigo na revista Pediatrics foi “confundido com um estudo” e “tergiversado como prova de que tablets e celulares danificam o desenvolvimento socioemocional das crianças”.
Quando alguém adapta um estudo com o objetivo de viralizá-lo, há muitos outros links que pegam carona na matéria principal. Os textos em espanhol costumam copiar um original em inglês. “Mães insuportáveis formam filhas bem sucedidas”, por exemplo, se baseia num estudo da Universidade de Essex que saiu inicialmente no jornal britânico Daily Mail. A autora, Ericka Rascón Ramírez, lamenta o enfoque: “Infelizmente o Daily Mail interpretou mal a maioria das minhas conclusões”. O original falava em “nagging mothers” (mães insistentes). Quando chegou ao espanhol, as mães já tinham virado “insuportáveis”. Rascón Ramírez dá por perdida a batalha contra a viralidade – “Outro dia vi algo em sueco”, conta –, mas aproveita para esclarecer o que queria dizer no seu trabalho: “Falo de pais, não só das mamães. ‘Insuportável’ significa dar bronca, e não é assim. O estudo conclui que os pais com altas expectativas para seus filhos são os que mais investem em seu capital humano, os que mais falam e mais se envolvem”, diz. Desse “falar com eles”, o Daily Mail – sem jamais ter entrado em contato com Rascón Ramírez – passou a um adjetivo novo para o seu título, com mais pegada. Daí para viralizar era um passo. A verdade se perdeu pelo caminho.
A matéria em espanhol sobre as “mães insuportáveis” tem mais de 1,5 milhão de interações no Facebook. Para fins de comparação, no último ano em todo o mundo apenas quatro notícias com a palavra “Trump” superaram essa cifra, segundo o Buzzsumo. O The New York Times não teve nenhuma notícia com mais de 700.000 interações no último ano.
A mesma notícia com outro título fez menos sucesso: “Seus filhos têm mais chances de serem bem-sucedidos se você for uma mãe que pega no pé” teve apenas 243.000 interações. O título é crucial para conseguir tráfego, já que é o que se compartilha. Por isso, costuma ser forçado para gerar mais cliques: “O mau humor do pai causa problemas no desenvolvimento emocional e cognitivo dos seus filhos” – algo quase lógico. A armadilha é que “mau humor” na verdade se refere a “quadro depressivo”, enquanto “pai” deveria ser “pais”. Teve mais de meio milhão de interações.
Um bom viral precisa contar aos pais o que fazer e o que temer, não coisas vagas. Mas no mundo real é difícil averiguar quais fatores são relevantes.
“Crianças mais respondonas serão adultos bem-sucedidos, revela um novo estudo”, diz um textocompartilhado mais de 445.000 vezes. Mas o único “estudo” citado é a opinião de um psicólogo, Kelly Flanagan, que fundou uma associação chamada Clínicos Artesãos Unidos. As mentiras e exageros podem afetar marcas: “KINDER OVO É CANCERÍGENO, você está MATANDO SEUS FILHOS por um brinquedinho!” – o que na verdade seria algo muito mais matizado e complexo. Ou que, na hora de dormir, “psiquiatra demonstra que crianças que se deitam tarde sofrem mais transtornos”. O psiquiatra é o brasileiro José Ferreira Belisario, que escreveu um livro sobre saúde em 1963. O texto se atreve com frases específicas: “O hormônio do crescimento começa a agir à 0h30, na quarta etapa do sono”.

A ciência não costuma ser tão definitiva

Os estudos científicos quase nunca produzem manchetes tão boas. São mais precavidos. As notícias falsas sobre educação são alvo de inúmeros lamentos de cientistas cuja prudência foi destruída por uma boa manchete. Assim parecem se formar a sabedoria popular e os preconceitos. Um bom viral precisa contar aos pais o que fazer e o que temer, não coisas vagas. Mas no mundo real é difícil averiguar quais fatores são relevantes. O que importa mais na educação de uma criança? É dificílimo isolar apenas o fator tablet na educação e compará-lo com os outros. Muitas condições se dão simultaneamente: as crianças se distinguem pelo tablet, mas também por seu colégio, porque são filhos únicos, pela lactação, pelo bilinguismo, ou pela renda de seus pais.
Também se exagera no efeito de cada decisão. De pouco importa o fato que seus filhos verem Peppa Pig ou não. Aqui, entra em jogo o efeito foco. O vencedor do prêmio Nobel e professor de Princeton Daniel Kahneman explica assim: “Nada na vida é tão importante quanto lhe parece quando está pensando naquilo”. Ou seja, exageramos o peso do que temos na cabeça. "Isso não significa que as coisas verdadeiramente importante não existam, mas sim que coisas sem importância nos parecem importantes quando pensamos nelas", acrescenta. E os pais costumam pensar nessas coisas.
Kahneman explica com um exemplo: a educação é um dos fatores que melhor servem para prever o salário de uma criança quando adulta, mas explica apenas 10%. Se todos os jovens recebessem exatamente a mesma educação elitista das crianças ricas, a desigualdade de renda continuaria sendo enorme. Os outros 90% dependem de outras coisas além da educação, como a renda dos pais, o bairro onde eles cresceram. O fato de um garoto pobre nascer em Seattle, por exemplo, aumenta em 15% o dinheiro que ele ganhará quando for adulto.
Na educação dos filhos, acontece algo parecido: depende de mil coisas. Sobre celulares e tablets, por exemplo, "no fundo sabemos muito pouco, e por enquanto não é o suficiente para dar recomendações assertivas", diz Octavio Medina, economista e coordenador de Educação do Politikon.

Por que são virais

Por que compartilhamos como loucos essas notícias? Elas aproveitam as fraquezas humanas: nos fazem ficar bem, dizem coisas bonitas de nós, oferecerem uma sensação de controle e aplacam nossos medos.
São notícias selfie: colocá-las no Facebook é uma atitude que fala de nós, e nós somos preocupados com a imagem que transmitimos.
A sensação de controle elimina a ansiedade: se expulsamos a Peppa Pig de nossa vida e diminuímos os minutos em que nossos filhos usam o tablet, a educação dos filhos irá bem. Como relaxa pensar isso, mas não é verdade. O caos de mil fatores descontrolados e que não dependem de nós continua existindo. Por isso, a viralidade funciona bem com a educação. Muitas coisas ainda precisam ser confirmadas e isso afeta continuamente nossas decisões sobre talvez o ponto mais sensível de nossas vidas: os filhos. "As possibilidades de escrever matérias virais são infinitas", diz Radesky.
Outras são notícias selfie. Colocá-las no Facebook é uma atitude que fala bem de nós mesmos, e nós nos preocupamos em ter uma boa imagem. Não compartilhamos links pensando apenas se eles podem ser úteis para outros amigos. Também o fazemos por eles refletirem nossas ações como pais: se publicamos algo sobre o uso excessivo de tablets, significa que fazemos o sacrifício de estar com nossos filhos, e que não somos como os outros, que abandonam as crianças na frente da tela. Se a tese do texto é verdadeira ou não, importa menos.
É assim que a viralidade joga com nossos sentimentos. Com técnicas genéricas: mentiras, exageros e títulos chamativos. "Não surpreende”, diz Radesky, “que as 'notícias falsas' se aproveitem de constranger os pais, do culto da maternidade intensiva e de interpretações dramaticamente incorretas de estudos".

A desigualdade é chave

Os cientistas apontam um elemento que afeta o futuro das crianças: a desigualdade. "Há muitas pesquisas que indicam que há uma desigualdade de oportunidades, de acordo com a origem social: os filhos de famílias com mais recursos têm mais sucesso escolar e no trabalho", diz Leire Salazar, professora da UNED. Os tablets ou o rigor da mãe são uma parte pequena diante deste fator, que realmente importa. Um exemplo: na Espanha, um jovem de 15 anos de uma família pobre tem uma possibilidade cinco vezes maior de repetir o ano, mesmo que ele tenha a mesma capacidade matemática, e de ler e escrever que os demais.
As famílias de classe média criam seus filhos de uma forma que lhes proporcione as habilidades para continuarem sendo classe média. "Não é o fato de passar muitas horas na frente da TV que vai atrapalhar o seu futuro, se por outro lado você tem várias oportunidades", diz Salazar. O fato de seus filhos verem desenhos animados importa pouco, desde que você leia para eles, fale com eles na hora do jantar, use um vocabulário variado, deixa eles irem para um acampamento ou passe mais horas cuidando deles.
A professora Tinca Polderman, da Universidade Livre de Amsterdã, reuniu na revista Nature as conclusões sobre o que influi na educação: "Há duas coisas importantes para o desenvolvimento de uma criança: os genes e o ambiente. O ambiente familiar tem uma influência especialmente grande quando é um ambiente prejudicial", afirma. Nos casos de famílias mais estáveis, o impacto de tablets, aulas extra-escolares e horas no videogame é menor, segundo Polderman: "As diferenças em crianças que crescem em famílias ‘normais’ é mais devida à genética e a experiências únicas, não a seu ambiente familiar".

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Liberar geral é desastroso! Proibir é passageiro. Educar é permanente.

        TV e jogos: Liberar, proibir ou educar?

A tentação é grande. Deixar as crianças jogando, assistindo filmes ou TV por horas ou até altas horas.  Certo ou errado não importa, elas ficam quietas ali de frente da telinha e nos dão o sossego que tanto queríamos... Só que as conseqüências também são grandes, proporcionais ao tempo e ao conteúdo do que se vê. Crianças violentas, com sexualidade aflorada muito cedo, sexo banalizado, valores deturpados, pouca criatividade, são alguns dos frutos amargos que temos colhido nesta geração. Assistir ou jogar qualquer coisa, sem critérios, está contribuindo na formação de pessoas sem competências para atuar em um milênio marcado pela valorização do questionamento e rapidez em identificar e resolver demandas e problemas. Não queremos isto para nossas crianças, claro! Então o que fazer?
Já sei que não cometeremos a doidice de cortar TV e jogos de nossos filhos definitivamente. A não ser por um tempo determinado, para discipliná-los, o que funciona muito bem por sinal! Então, o que fazer? Aí vão algumas dicas:
*Leia e siga a indicação do fabricante quanto a faixa etária recomendada.
*Leia pelo menos a sinopse para ver o conteúdo e a trama principal do jogo ou filme. Isso já ajuda bem.
*Assista ou jogue uma vez com sua criança e ensine-a a analisar o que ela vê. Isto dá mais trabalho, claro! Por isso, que ensinar é mais difícil que proibir ou liberar geral. Mas se você investir em educar, chegará o tempo que colherá bons frutos e com o merecido descanso.
Liberar geral é desastroso! Proibir é passageiro. Educar é permanente.

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

♡ *_Uma campanha contra a inversão de valores e a favor de um mundo melhor!!!_* ♡

💥 Atenção senhores pais e mães‼ 
Está se aproximando o início do ano letivo e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender:

✅01- Bom dia
✅02- Boa Tarde
✅03- Por favor
✅04- Com licença
✅05- Desculpe
✅06- Muito obrigado

♦E em casa que também se aprende:

✅01- A ser honesto
✅02- Ser pontual
✅03- Não xingar
✅04- Ser solidário
✅05- Respeitar aos amigos
✅06- Respeitar aos mais velhos
✅ *07 -RESPEITAR OS PROFESSORES PRINCIPALMENTE!!*

♦Também em casa é que se aprende:

✅01- A não falar de boca cheia
✅02- A ser limpo
✅03- A não jogar lixo no chão

♦Ainda em casa é que se aprende:

✅01- A ser organizado
✅02- Cuidar das suas coisas
✅03- E não mexer nas coisas dos outros

♦ *PORQUE NA ESCOLA OS PROFESSORES ENSINAM:*

✔ MATEMÁTICA
✔ PORTUGUÊS
✔ HISTÓRIA
✔ GEOGRAFIA
✔ INGLÊS
✔ CIÊNCIAS
✔ EDUCAÇÃO FÍSICA
💥 *E REFORÇAM O QUE O ALUNO APRENDEU EM CASA!!!*

♡ *_Uma campanha contra a inversão de valores e a favor de um mundo melhor!!!_* ♡

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Criar filho é que nem jogar vídeo-game: a fase seguinte é sempre mais difícil...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Sete inspirações para fazer de 2017 um ano melhor

O discurso de Malala Yousafzai ao receber o Nobel da Paz, em 2014. (Foto: Reprodução/YouTube)
O discurso de Malala Yousafzai ao receber o Nobel da Paz, em 2014. (Foto: Reprodução/YouTube)

"Parece que o ano de 2016 passou voando. Sinto-me cansada, mas agradecida. Foi 2016 que me trouxe a possibilidade maravilhosa de, a cada segunda-feira, conversar sobre alfabetização com vocês aqui no site de NOVA ESCOLA. Isso é realmente um presente especial. Como temos professores comprometidos com a Educação neste país, e como é bom trocar boas experiências!
Mas esse também foi um ano de muitos acontecimentos e transformações no nosso Brasil e no mundo. Infelizmente, alguns deles não foram nada positivos, inclusive para a Educação. Mas, como ser humano e educadora, nesse momento em que fazemos um balanço de tudo o que passou, sinto a necessidade de recompor minhas forças, aumentar minha capacidade de indignação diante do absurdo e, principalmente, manter viva a esperança de que tempos melhores virão.
Por isso, o que vem a seguir não é uma mera lista de passatempo para as férias. São presentes que quero oferecer – leituras, músicas e vídeos –, que me inspiraram e que, certamente, vão inspirar você. O meu desejo é que esses exemplos de vida, essas ideias motivadoras, ajudem a tomar novos rumos, sem pesos, sem tristezas e sem desilusões.
Que cada sugestão seja impulso e inspiração para um 2017 melhor para todos nós.

Para fazer a diferença na alfabetização
Já que esse é o nosso assunto predileto, vamos começar por ele. Mudar as nossas práticas exige um estudo aprofundado de fontes teóricas, mas também implica em conhecer boas experiências práticas. Como você sabe, fui uma das vencedoras do Prêmio Educador Nota 10, da Fundação Victor Civita (FVC), e ao longo desses 18 anos de premiação outros grandes alfabetizadores receberam o troféu. Que tal aproveitar as férias para conhecer melhor todos eles? No site do prêmio, você encontra vídeos e reportagens sobre todos os projetos de alfabetização e pode encontrar ideias para seus alunos no próximo ano.

Para acreditar que é possível construir uma escola melhor
documentário Quando Sinto Que Já Sei (78 minutos) mostra, por meio de vários depoimentos de estudantes, professores e gestores, que é possível e necessário romper com os paradigmas da escola tradicional e transformar a instituição em um lugar onde as crianças sejam protagonistas na construção do conhecimento e a aprendizagem tenha sentido para a vida. O filme, disponível no YouTube, retrata as experiências de escolas inovadoras, que modificaram totalmente as formas de trabalho, a organização dos currículos, a relação entre professor e aluno e até mesmo os espaços físicos, para oferecer uma Educação com mais amor, liberdade e respeito. Se você acha que estamos num beco sem saída, vale investir um tempo para assistir com atenção.
  
Para não esquecer que Educação é para todos
Dorina de Gouvêa Nowill: esse é o nome da grande mulher e primeira professora cega do Brasil, que lutou pelo direito dos deficientes visuais ao acesso à escola de qualidade em nosso país. A história de vida dessa educadora, que morreu aos 91 anos, é uma fonte de inspiração para quem anda desacreditado. A biografia de Dorina, em textos e fotos, está disponível no site da fundação que ela criou. Leia e compartilhe com seus colegas!
  
Para jamais aceitar o inaceitável
No dia 14 de dezembro, perdemos Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo. Defensor dos direitos humanos, o cardeal enfrentou a ditadura, denunciou a tortura de peito aberto e sempre esteve ao lado dos mais pobres e oprimidos. A trajetória desse grande homem é muito bem retratada no livro O Cardeal da Resistência – As Muitas Vidas de Dom Paulo Evaristo Arns (Ricardo Carvalho, 312 págs., 49,90 reais), publicado pela Editora Instituto Vladimir Herzog, em 2013. É uma bela leitura para respirar fundo e criar coragem para enfrentar os desafios que a nossa sociedade, que anda tão intolerante, impõe dentro e fora da escola.

Para ser forte como a juventude
“Este prêmio não é só meu. É das crianças esquecidas que querem Educação. É das crianças assustadas que querem a paz. É das crianças sem direito à expressão que querem mudanças.” Essas foram algumas das palavras que a jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai pronunciou em seu discurso de agradecimento pelo Nobel da Paz, em 2014. A fala, histórica, foi um comovente apelo para que todo o mundo olhe para a situação de milhões de crianças que têm seu direito à Educação negado, seja pela violência, seja pelos diversos tipos de discriminação. É uma leitura obrigatória para quem educa.
O site da Companhia das Letras, que publicou no Brasil o grande sucesso Eu Sou Malala (Malala Yousafzai e Cristina Lambi, 360 págs., 22,90 reais) – que você também precisa ler! – , disponibiliza o discurso completo, traduzido para o português.Também é possível assistir o pronunciamento em inglês.
  
Para divertir e inspirar a prática
Não há nada melhor do que rir e aprender com a aula-espetáculo de Ariano Suassuna, um dos maiores mestres, defensores e propagadores da cultura brasileira. Talvez você não saiba, mas esse grande escritor era também professor e viajava pelo país dando essas conferências, que ele chamava mesmo de aulas – e que aulas!
  
Para ouvir e se emocionar
Há sempre músicas que marcam os momentos mais intensos da nossa vida. É como se, ao ouvi-las, a gente sentisse o sangue correr e o som tocar o coração. Eu adoro música! Poderia dar muitas sugestões, mas escolhi essas três opções, que refletem um pouquinho da cultura brasileira e podem fazer parte da trilha sonora de 2017.
Mourão, de César Guerra-Peixe, um dos maiores compositores brasileiros de música erudita 
Reisado do Pastoreio – Batuque - Dança de Negros, de Oscar Lorenzo Fernández, outro grande músico e fundador do Conservatório Brasileiro de Música
Benkeparte do álbum Txai, o 26º de Milton Nascimento.
  
Espero que goste das sugestões e que elas possam nos inspirar e nos preparar de verdade para um ano novo mais produtivo e feliz, e que possamos fazer a diferença em nossas escolas.
E, antes de me despedir, quero aproveitar e agradecer. Muito obrigada, NOVA ESCOLA, por me proporcionar essa parceria com educadores do Brasil inteiro, neste blog que é de todos nós!
Um bom Natal, um bom Ano Novo e ótimas férias a todos. No dia 9 de janeiro, estaremos de volta!
Um grande abraço, Mara Mansani"


sábado, 17 de dezembro de 2016

Fruto do nosso trabalho feito com paixão! Meu coração está cheio de gratidão!

Publicado em: http://www.guarapari.es.gov.br/portal/index.php/semed/item/1513-prefeitura-promove-formacao-a-mais-de-1-000-servidores-da-educacao-municipal

“A Educação Pública que queremos construímos com paixão e com nossas mãos dadas” foi o tema central dos cursos oferecidos pela SEMED  em 2016. Diversas turmas estão concluindo suas formações, garantindo aos   Servidores da Educação seu direito, conquistado e previsto em lei, para que o profissional da educação amplie seu desenvolvimento profissional.
Foram ofertados temas para atender as diversas modalidades de ensino e funções nas escolas; tendo o cuidado de atender aos profissionais da educação em seus mais diversas cargos e funções. Dentre eles, cursos para: docentes no geral, coordenadores, pedagogos, diretores, professores alfabetizadores, educação inclusiva, escola em tempo integral, educação infantil, educadores do campo, tecnologias, além de serem divulgados vários cursos na modalidade à distância oferecidos por instituições idôneas.
Passaram pelas formações mais de 1.007 servidores, sem contar os seminários e fóruns.
“Nós somos parte de uma mudança maior. E para fazer diferença é preciso ter paixão. A nossa é a Educação. Sabemos que não somos perfeitos e enfrentamos grandes desafios ao nosso redor. Portanto, nos esforçamos para fazer a nossa parte em cuidar com esmero do trabalho que foi confiado a cada um de nós, nesta rede de transformação pessoal e social que é a educação; e que só é possível construir com paixão e com nossas mãos dadas.” Nos convida Alexandra Guerra, coordenadora do setor de Formação Continuada juntamente com Arlene Bigossi.
Prefeitura promove formação a mais de 1.000 servidores da Educação Municipal

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