quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ciclo do semeador de raízes

Concebe no desejo
Fecunda no útero
Semeia na infância
Cultiva, aduba...
Brota.
Germina na adolescência
Floresce na juventude
Frutifica na plenitude
Ceifa, Colhe - parece que morre
Alimenta, nutre
Fortalece
Reinicia o ciclo
Concebe, fecunda e nasce de novo...
Reinicia o ciclo do semeador de raízes.
Palavras são sementes que dançam para você.
Se vão germinar e enraizar... Isso, é com você.
Quanto a mim, que sou educadora, semeio raízes.

"A terra por si mesma frutifica: primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga.
E quando o fruto já está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa." 
Marcos 4:28, 29.

Alexa Guerra

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Esse nosso novo estilo de vida está afetando nossas crianças.

Hábitos errados levam crianças à Síndrome Metabólica

É cada vez mais comum entre crianças e adolescentes a Síndrome Metabólica, causada pela obesidade. A professora de Educação Física, mestre em avaliação nutricional e pesquisadora Alynne Christian Ribeiro Andaki, desenvolveu um estudo na cidade de Viçosa, Minas Gerais. A pesquisa analisou cerca de 187 crianças com 10 anos, em escolas públicas e particulares, para identificar a situação nutricional destes meninos e meninas. O resultado foi alarmante: 21% das crianças têm síndrome metabólica. “Esse índice é alto e significa que há crianças com hipertensão, diabetes, que se não começarmos a tratar e prevenir ainda na infância, podem se agravar na vida adulta”, revela. O objetivo da pesquisa é buscar métodos para diagnosticar e prevenir esse problema que até pouco tempo, atingia apenas adultos. Segundo Alynne, mais de 70% dessas crianças estão passando muito tempo sentadas. A falta de uma atividade física mais regular dentro das escolas torna-se um agravante, pois o exercício frequente ainda consegue controlar os demais fatores da síndrome. A recomendação aos pais é que as crianças pratiquem mais esportes ou mesmo caminhadas, saindo do sedentarismo e tenham uma alimentação mais baseada em frutas e legumes. (Jornal da Manhã, p.10 - Thassiana Macedo, 22/09/2010)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Pais terceirizados

Existe uma maneira de não gastar tempo com filhos, basta não os ter. Mas parece que alguns pais, bem mais moderninhos, descobriram outra forma de criar filhos gastando o mínimo de tempo: a terceirização.
     Uma das características do século XXI é a terceirização, ou seja, passar para terceiros a realização de determinadas tarefas. Para evitar trabalho e dores de cabeça, contrata-se uma firma especializada que irá cuidar de certos setores. Chegamos a ponto de terceirizar até a criação dos nossos filhos!
     O que deveria ser um apoio para os pais na formação do ser humano acabou tomando o lugar deles, veja só:
     A educação, tanto acadêmica como a formação ética e moral, foi passada para as escolas. Nas reuniões de pais, as escolas andam pedindo a ajuda destes para que os alunos cumpram com seus compromissos escolares, respeitem os colegas e funcionários... e os pais respondem com um pedido de socorro:
     “Eu não sei mais o que fazer com este menino, façam o que quiserem!”
     Ao ser chamada na escola do seu filho pela quarta vez, uma mãe alegou que não tinha tempo para o filho porque estava trabalhando muito para lhe proporcionar uma vida melhor.
     Os cuidados diários foram transferidos para os irmãos mais velhos, tios, e até para os vizinhos, que dão uma “olhadinha” na criança de vez em quando. Sozinhas em casa muitas se sentem inseguras e abandonadas. Soube de uma mulher que foi para os Estados Unidos e deixou a filha de quatro anos com o pai. A criança disse que a mãe foi ganhar dinheiro e vai mandar um celular para ela. Parece que a filha aprendeu rápido a lição que a mãe lhe ensinou: coisas valem mais que pessoas.
      A formação do caráter agora é eletrônica: a tela e os jogos cuidam disso. Muitas meninas se vestem e agem imitando toda a sensualidade das animadoras de TV; maquiagem e “cantadas” nos meninos já são comuns. Os garotos falam e se portam seguindo os modelos que têm de violência e desrespeito; chutam, batem e quebram.
      A educação moral e cristã já virou função da igreja. Pais cristãos levam as crianças para as classes bíblicas a fim de descansarem de mais essa responsabilidade.
      Todos esses serviços e pessoas podem representar ajudas preciosas e têm seu papel na formação das personalidades, mas nunca deveriam tomar o lugar que cabe aos pais.
     A falta de tempo nos levou a isso...
     A psicóloga Lídia Weber, em entrevista à revista Veja do dia 02/06/04, disse: “Educação é trabalho. Se você tem um relatório para entregar no dia seguinte, vira a noite mas o faz. Por que muitas pessoas não têm esse empenho quando se trata de educar suas crianças?”
      Realmente nossos valores estão se invertendo. Hoje o que vale é ter mais, e nem tanto ser mais. Precisamos entrar em estado de alerta!
      Conheço também mães e pais que, apesar de precisarem realmente passar boa parte do tempo trabalhando, sabem como investir nos filhos um tempo de qualidade. Têm conhecimento de onde eles estão, com quem andam, como estão indo na escola, o que lhes dá alegria, o que lhes entristece; enfim, conhecem seus filhos. Amam, disciplinam, sabem dar os limites necessários. Quando têm dúvidas, procuram ajuda com pessoas e literaturas adequadas, sem, no entanto, transferirem a terceiros a missão de educar seus herdeiros.
     O que seu filho mais precisa é de você. Não dá para ser pai e mãe por correspondência ou só por telefone. Educar é relacionar. Relacionar requer tempo, energia, paciência, negação de si mesmo. E, por outro lado, produz caráter, alegria, equilíbrio, saúde, felicidade.
     Não dá para terceirizar a responsabilidade da educação dos filhos, pois foi o próprio Deus que a delegou aos pais:
     “Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar.” (Deuteronômios  6.6,7 – NVI.)
      “Pais, não irritem seus filhos, antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor.” (Efésios 6.4 – NVI.)

     Nada é mais importante que a educação dos seus filhos! Nem carreira, nem bens materiais, nem a pia sempre limpa. Crianças precisam de pais que as amem o suficiente para investir tempo nelas, amá-las e dar-lhes limites e liberdade na dose certa para serem felizes.
     Que Deus lhe dê amor, sabedoria e coragem para educar seus filhos como eles precisam ser educados. Invista neles. É sua missão e vale a pena!
Texto de Alexandra Guerra extraído de seu livro "Infância, o Melhor Tempo para Semear." Editora Betânia.
E-mail: alexaguerra76@hotmail.com    Blog: alexaguerra.blogspot.com
       

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Congresso para o pessoal do Rio de Janeiro!



2º Congresso para Líderes de Ministério Infantil
 em Rio das Ostras, R. J.
Infância o melhor tempo para semear



Participação de
Alexandra Guerra
(Pedagoga, Escritora e Palestrante)
      Faça já sua inscrição

Vagas limitadas
Escolha a sua oficina:
Arte de Contar História Bíblica
Profª Keila (APEC)

Criatividade no Ensino Infantil
Educ.Religiosa Fátima (PIB de Maricá)

Ministério de Palhaço
Ana (PIB de Casimiro de Abreu) 
Não percam

Valor: R$ 35,00 (Depósito em conta)
Conta.: 04368-8/500
Agência 4852 (Banco Itaú)
Nome: MARCIA CHAVES

Confirmação.: albakrauss@hotmail.com
Tel.: (22) 2773-3666 ou (22)2760-4041 (Igreja)

domingo, 29 de agosto de 2010

Inmetro desenvolve selo de qualidade e segurança para material escolar


O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) desenvolve um selo de garantia e qualidade para artigos escolares. A regulamentação do selo deve entrar em vigor até o fim de setembro. O Inmetro analisou os riscos de produtos escolares, como lancheira e seus acessórios, apontador, estojo, pasta, mochila, caneta, lápis, giz de cera, pincel, lapiseira, tinta, artigo de geometria (régua, esquadro, compasso), massa de modelar, massa plástica, borracha, cola, corretor de texto, pastas com elástico e tesoura de ponta redonda. As regras valerão para produtos fabricados no Brasil e importados. As empresas terão um ano para se adaptar e os comerciantes poderão vender produtos sem o selo por mais seis meses após esse prazo. (Jornal da Manhã, p. 6, 25/08/2010)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Para pensar...

Diante de tanta mudança, seria ainda possível falar em fases do desenvolvimento infantil
segundo faixas etárias, conforme proposto por psicólogos considerados clássicos no campo da Psicologia infantil? 


:s

As crianças que vivem no mundo digital passam pelas mesmas etapas de
desenvolvimento edificadas por pesquisadores nas gerações anteriores? 
:s

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se mais ama.

Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer" 

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Educação começa em casa.


O desenhista argentino Joaquin Salvador Lavado, mundialmente conhecido como o Quino, autor da famosíssima tira “Mafalda” resumiu, em oito quadrinhos, o dilema das mudanças de valores nas sociedades atuais.

domingo, 8 de agosto de 2010

Pais parabéns pais pelo seu dia!!

 Meu pai é maravilhoso!! Te amo pai! 

Para pensar:
Paternidade é a arte de aos poucos ir se tornando dispensável.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Eu criei meu próprio Deus! Meu Deus!

Eu criei meu próprio Deus! Meu Deus!
           
Dei-me conta de algo assustador: Eu criei meu próprio Deus! A imagem que cada um de nós tem de Deus foi construída particularmente. Fruto de nossos relacionamentos – principalmente paterno e materno – e fruto daquilo que foi plantado em nossa infância. Por exemplo, a palavra “pai” para cada pessoa tem um significado dependendo do tipo de pai que ela teve. Para um pai significa proteção, amor e respeito. Para outro, pai quer dizer, abandono, dor e sofrimento. Assim, vamos preenchendo cada palavra com nossas experiências de vida, e isto inclui, a palavra “Deus”.
Passado o susto inicial, estou tentando me afastar das imagens criadas por mim e me aproximar de quem é Deus de verdade – o Elohim – Deus Eterno e Criador dos céus e da terra, amém. O Deus da Bíblia sagrada. Tarefa difícil!
Por exemplo, eu sempre ouvi:
 “_ Menina Deus castiga!”
“_ Deus está vendo tudo ein...” Durante muito tempo, para mim deus era mais juízo do que amor. Ele ficava me vigiando para me castigar. Custei a entender e aceitar na minha vida a graça Divina. Meu senso crítico e exigências sempre me deram muito trabalho, tanto comigo quanto com os outros. À medida que eu fui crescendo, questionando, penando; esse meu Deus foi ficando tão limitado que não combinava mais com Sua magnífica Criação! Comecei olhar mais para a Bíblia e para a Criação. E a ouvir menos as vozes que me perseguiam.

Suspeito que os ateus tiveram pais omissos ou então desequilibrados. Então eles concluem: Se Deus é pai... é melhor ele nem existir. Tem gente que é o extremo oposto, como tiveram pais muitos permissivos acham que Deus é meio bobinho, sabe do tipo, só paz e amor! Fica na dele e deixa você fazer o que quiser... Sinto muito lhes informar papais e mamães, mas até nisto vocês influenciam e podem determinar a imagem que seus filhos fazem de Deus. E como serão os pais dos fanáticos religiosos?... Sei não. E por falar neles, os alienados que me desculpem, mas tem uma música que tem me ajudado: “Se eu quiser falar com Deus” Interpretado por: Elis Regina e composta por: Gilberto Gil.  Ela dá dicas preciosas, como: “Tenho que ficar a sós, calar a voz, esquecer a data, ter mãos vazias. Se eu quiser falar com Deus tenho que me aventurar, subir aos céus sem cordas pra segurar, decido pela estrada que ao final vai dar em nada, nada, nada do que eu pensava encontrar.”

            Uma coisa eu sempre peço: Que Deus fale a minha língua e desça ao meu nível de reles mortal que não usa os 100% do cérebro que Ele criou. Para que aos poucos eu possa me aproximar dEle de verdade! Mesmo que ao final eu tenha uma grande surpresa! Como eu não gosto de surpresas, vou me preparando por aqui...
Quem é Deus? Depende de quem vê e se quer ver mesmo. Meu Deus!
             
Alexa Guerra.
alexaguerra.blogspot.com https://twitter.com/AlexaGuerra7




sábado, 31 de julho de 2010

Olá Fátima Bezerra! 
Você foi a seguidora do blog que ganhou o livro no sorteio deste mês!!!
Entre em contato comigo por e-mail ok? Bjs, Alexa :D

Essa gracinha na foto é minha sobrinha Kamilla! 

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Nem “prafentex” nem “alienadex”.

Diante de tantas mudanças... como ser equilibrada: nem “prafentex” e nem “alienadex”? “A sexualidade da mulher brasileira virou assunto obrigatório – tão obrigatório que chega a ser entediante”¹ diz mais uma das manchetes que tem corrido pelo país. Mas para a mulher cristã ainda há um longo caminho a percorrer: Como ser espiritual e sexualmente bem resolvida? Como lidar com trabalho e maternidade?
A chegada da pílula anticoncepcional nas farmácias nos anos 60 e 70 preparou o campo para a chamada revolução sexual. A mulher estava livre das doenças, (ainda não conhecíamos a AIDS) e livre para provar de tudo. Como diz a mesma revista:
“A idéia de que os casais, além de amar, deviam ser sexualmente equilibrados começava a ser discutida por algumas ‘prafrentex’, como se dizia. Era o início do prazer para todos sem que a mulher fosse atormentada por se interessar por alguém.” (Pg. 58)
Graças à pílula a partir do início do século XXI, o sexo não é uma questão puramente moral, mas também de bem estar e prazer, não só para o homem, mas também para a mulher. Ocupando cada vez mais postos de trabalho a mulher busca equilíbrio entre o público e o privado. E como diz a Revista: “Seu percurso aponta para conquistas, mas também armadilhas. Se a profissionalização trouxe independência, trouxe também stress e exaustão. A desorganização familiar onerou, sobretudo, os mais indefesos: as crianças. A tirania da perfeição física empurrou a mulher não para busca de uma identidade, mas de uma identificação. (...) A mulher continua submissa. Agora, não mais ao marido, mas à publicidade.”
O liberou geral trouxe várias conseqüências, uma delas o adiamento da maternidade. Cada vez mais as mulheres esperam para ter filhos ou decidem não tê-los em prol da carreira que exige delas grande investimento.
A igreja esta pressionada: questionada pela sociedade, discutida e analisada pelos pensadores cristãos e ameaçada pelos jovens. Formou-se o clube dos que pensam e decidem. E o preço para os que pertencem a ele é um novo tipo de inquisição.
Resta perguntar quem vai cuidar da casa e das crianças... Como cuidar dos filhos e da carreira é o dilema do século XXI, e não temos como fugir. Criou-se então um novo personagem: o dono de casa. Enquanto as mulheres batem o cartão de ponto muitos homens estão cuidando da casa e dos filhos. Várias idéias estão entrando em colapso! Esta crise é chance da igreja ser socialmente ativa. Não há mais como a igreja proibir tudo, ela tem que: pensar, analisar, discutir, confrontar, apontar alternativas; para ela não parecer menos amorosa e inteligente do que é. Para ela não parecer mais alienada do que é. Pensa bem igreja, pensa: Em uma perspectiva bíblica sobre o tema.

Alexa Guerra. >> alexaguerra.blogspot.com

terça-feira, 27 de julho de 2010

#vakamarela

Sabe quando você escuta aquela falação que ultrapassa até a insanidade?

Pois bem, ultimamente quando escuto certas coisas Gospel, como:

• Principado de Piton;
• Transferencia de unção,;
• Desencapetamento;
• Terça-feira dos milagres
urgentes;
• Pobreza é maldição;

Entre outros absurdos gospel. Logo me vem a memória aquela brincadeira da "Vaca Amarela", acredito que a maioria das pessoas devem conhecer, seria muito interessante que alguns políticos, apresentadores de TV, líderes evangélicos entre outros levassem a sério essa brincadeira. Assim o primeiro que abrisse a boca pra falar teria que comer tudo que a vaca fez na panela.

Cansada de ouvir TANTA besteira resolvi lançar a Campanha Vaca Amarela(#vakamarela), para quem deveria ficar calado e fala.

Bom, se você assim como eu também esta cansado de ouvir tanta besteira seja ela qual for. E também acha que esse povo que se intitula ''ministro'' de Deus e vive pregando mentiras e inventando doutrina deveria CALAR A BOCA ou então Vaca Amarela(quem lê entenda), participe, copie o código abaixo e cole no seu Blog/site ou dá um RT no post.

Participe!
Por Cris Correa > http://crisfrenesi.blogspot.com/


sábado, 24 de julho de 2010

Com a palavra um aluno do EAD Pais:

Uma palavrinha sobre o Curso EaD para Pais”.
        Adoro ler...
        E quando leio um livro pelo qual me apaixono, logo penso como eu gostaria de falar com o autor dele, uma conversa “ao pé do ouvido” para trocar alguma palavra, um elogio, ou até mesmo uma crítica...
        Ao ler “Infância: o melhor tempo para semear”, você se apaixona pela maneira clara, simples, amiga, e ao mesmo tempo profunda e penetrante como a Alexa trata o tema Infância, Criação de filhos e até mesmo Disciplina e Indisciplina.
        E você sabia que a Alexa, autora deste livro, nos oferece a grata oportunidade de compartilharmos diretamente com ela, os medos, anseios, e até a vitórias na tarefa de criar filhos, uma conversa “ao pé do ouvido”, através das atividades de um curso, o “Curso EaD para Pais” que ela disponibiliza a todos que se interessarem, pelo período aproximado de 8 semanas?
        E que nesse período você sente como se ela estivesse de verdade ali, pessoalmente, do seu lado, te ouvindo e te orientando?
        O único “risco” que você corre ao cursar o “Curso EaD para Pais” é tornar-se ainda mais apaixonado pela tarefa de criar filhos e pelos trabalhos dela, isso porque as lições ensinadas, quando colocadas em prática, possibilita criar filhos que tragam Felicidade no presente e no futuro... Mas quem não quer isso?
        E depois que você concluir o curso, se quiser me contar como foi ter aceitado meu convite, vou ter o maior prazer em te ouvir.
        Sou o Prof. Vanderlei Roberto Gabricio, pedagogo, especialista em Psicopedagogia, professor-tutor do curso de Pedagogia da Unisa (Universidade de Santo Amaro – Pólo Mogi Guaçu – SP), coordenador do “Projeto Ser PAI”. Email para contato: projetoserpai@ig.com.br.
        Espero que você aceite a oportunidade de ser tão ajudado na criação de filhos como eu fui, com a leitura do livro, do DVD e do “Curso EaD para Pais”.
        Espero que sejas também abençoado,                          
Prof. Vanderlei Roberto Gabricio
Coordenador do Projeto Ser PAI

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Revista da Mônica sobre drogas - Divulgue

http://www.monica.com.br/institut/drogas/
"Na pagina acima um material muito bem-feito sobre droga; excelente, principalmente para as crianças.
> a - fiel ao que se passa;
> b - define muito bem os papéis sociais envolvidos (família - escola -
> grupos de referência);
> c - orienta sobre procedimentos, linguagens e valores (em detrimento de
> posturas moralistas);
> d - dotado de linguagem didática; portanto, de fácil compreensão.
> Como sempre, o Maurício consegue ser Fabuloso (= ele conta as coisas, por
> meio de fábulas geniais!).
> Por favor, veiculem! 

> DIVULGAR BOAS AÇÕES É DEVER DE TODOS NÓS!"




segunda-feira, 19 de julho de 2010

Proposta para professor auxiliar de matemática nas Escolas Públicas

O Projeto de Lei 207/2010 de autoria Senador Marcelo Crivella(PRB_RJ), abre caminho para solucionar o grave problema da falta de professores de matemática na escola pública brasileira. Com a mudança da LDO, os municípios vão poder contratar estudantes de curso superior para atuarem como professores auxiliares de matemática no ensino básico.
A escolha dos professores auxiliares será feita por concurso público e os candidatos terão que ter cumprido pelo menos 50% do curso superior. O contrato terá validade de 2 anos, prorrogáveis por igual período, sendo que não poderá ultrapassar o ano da formatura do contratado.
Segundo o MEC, a falta de docentes no País passa de 240 mil profissionais. A matemática é uma das matérias com maior carência de professores. Talvez por isso seja considerada o “bicho-papão” da maioria dos estudantes que, de forma geral, acabam mesmo tendo uma educação ruim e prejudicial a sua formação profissional futura.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sobre os projetos de leis...

        Corram crianças! Corram!
O diabo está mesmo solto, e está atrás da infância. Em menos de um mês discute-se: adoção de crianças de por homossexuais e proibição de qualquer tipo de correção física em menores. Só falta agora liberar a pedofilia em prol do respeito à opção sexual. O bicho está à solta! Corram crianças! Corram!
Corram dos pais violentos ou omissos. Corram dos pedófilos. Corram do Estado que quer proibir ao invés de educar os pais. Para onde irão? Para casa da vovozinha? Pelo menos enquanto o seu lobo não vem? Mas ele já vem! Corram crianças! Se eu pudesse acolheria todas vocês. Mas estou tentando fazer alguma coisa, tipo alertar os adultos antes que a humanidade se elimine por si mesma.
Projeto do demônio - é como a igreja católica chamou - caso os homossexuais possam adotar crianças. Tenho que concordar. Mas preste atenção! O projeto quer proibir a adoção de menores por homossexuais.  Este projeto de lei está alinhado com a Bíblia, que condena claramente relacionamentos com pessoas do mesmo sexo.  Quem dirá que eles criem filhos! Então se o projeto não for aceito... Corram crianças! Corram!
Já o outro projeto quer proibir correções físicas. Mas de acordo com o manual de sobrevivência neste mundo, a Bíblia, devemos corrigir os filhos, e isto inclui castigo físico sim. Claro que a Palavra de Deus é contra qualquer agressão e violência às crianças! Educar sem bater, muitas vezes, é possível, e merece políticas públicas livros e treinamentos. Claro que existem vários métodos de formação e correção do comportamento, mas quem tem filhos sabe que chega uma hora em que nada disso funciona mais... E aí? Que seres (des)humanos estaremos formando?
Entendo que a intenção do projeto de lei é proteger as crianças. Mas, ao invés de impedir vamos ensinar aos pais como disciplinar seus filhos. Criar cursos e faculdades para capacitar pessoas a criarem outras, pois ninguém nasce sabendo. Ensinar dá mais trabalho, mas é permanente. Proibir é mais fácil, mas é temporário.
O Estado está correndo o risco de repetir com os pais o mesmo erro que cometemos com as crianças: proibir ao invés de educar. Porque não preparar pessoas para serem pais?!  Por que não treiná-las como fazemos em qualquer outra profissão ou função? Enquanto não houver recursos acessíveis para formação de progenitores, muitas crianças terão que continuar correndo de seus próprios pais ou mães. Corram crianças! Corram!
Cuidado crianças! Mas para onde irão? Se correr o bicho pega se ficar o bicho come!

Alexa Guerra.
Graduada em Pedagogia e Teologia.
Escritora e palestrante que se dedica à infância e à educação.
alexaguerra.blogspot.com

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A palmada deve ser proibida por lei?

A palmada deve ser proibida por lei?


O presidente Lula assina ainda hoje um projeto de lei que proíbe pais, educadores e responsáveis de dar palmadas em crianças. O projeto tem como objetivo garantir o direito dos menores de idade de “serem educados sem o uso de castigos corporais ou tratamento cruel e degradante”.
A ideia é aplicar medidas como advertências, participação de programas de proteção à família e acompanhamento psicológico aos responsáveis infratores da lei.
O que você acha? A lei é válida, ou cabe aos pais decidir qual é a melhor maneira de criar seus filhos?

Projeto no Senado proíbe a adoção por casais
homossexuais

Um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional pretende proibir de forma explícita a adoção por casais homoafetivos ou homossexuais - dois homens ou duas mulheres. O projeto promete gerar polêmica no Congresso...


sexta-feira, 9 de julho de 2010

Diferença entre um professor e um educador.

 Marcas de batom no banheiro...
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma de  meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom. 
O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom... 
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram... 
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. 
O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho. Nunca mais apareceram marcas no espelho. 
Moral da história: Há professores e há educadores...
Comunicar é sempre um desafio! Às vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Manual para escola de Pais - Gratuito aqui!

Para ter gratuitamente o material abaixo click no linck no início desta página.

Manual para escola de Pais
Baseado no livro "Infância: Melhor tempo para semear."

Apresentação
Este manual apresenta uma proposta inovadora para atender aos pais do século XXI. Ele é prático, simples, dinâmico e objetivo, onde os encontros com os pais não serão uma aula comum, mas sim um tempo para depoimentos e testemunhos,  relatos das tarefas e leituras propostas aqui, um lugar onde os pais serão ouvidos e guiados. Esta será uma escola bem diferente, basta seguir as orientações deste manual, preparando-se de acordo com tudo o que está sugerido aqui.

terça-feira, 29 de junho de 2010



Disse Jesus:
"Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos! Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste.” 
Mateus 18:10.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Liberdade e limites na infância.

Dê liberdade e limites com equilíbrio:
Diga sim, sempre que possível; e não, sempre que for necessário.

“Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio”  2Timóteo 1.7.

Li em um site de noticias que pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entrevistaram 6 417 jovens de 10 a 20 anos para descobrir como anda o consumo de álcool entre eles. Concluíram que 20% dos meninos e 15% das meninas entre 10 e 12 anos haviam ingerido álcool nos últimos 30 dias. Entre 13 e 15 anos o percentual aumentou: 43% dos garotos e 40% das meninas tinham consumido bebidas alcoólicas. Quatro em cada dez adolescentes começam a beber antes dos 15 anos.
A primeira pergunta que fiz ao ler estas estatísticas foi: - Por que?
Por que tantas crianças se entregando aos vícios, ao álcool, ao sexo, à comida, aos jogos eletrônicos, compulsivamente?
Será muita liberdade dada pelos pais?
Tanto a super proteção como a liberdade em excesso causam grandes prejuízos para o ser humano. E é fácil para nós cairmos em extremos!
Crianças precisam de limites e liberdade na dosagem certa para crescerem equilibradas.
Foi-nos ensinado que se amo alguém devo tentar segurá-lo, protegê-lo de tudo e de todos, como se pudéssemos ser Deus, e controlar alguma coisa. Na tentativa de resguardar, dominamos e sufocamos a semente da autonomia na infância. Quando amarramos os sapatos da criança sem ao menos deixá-la tentar ou fazemos o prato deles todos os dias até os 18 anos, estamos mostrando que eles não são capazes de cuidar de suas próprias necessidades. Atrapalhamos assim seu desenvolvimento normal. Quantos pais fazem as atividades de casa para seus filhos; vão desde um simples colorido até a realização de pesquisas, mas esta tentativa de fazer as coisas pelos filhos pode ser desastrosa para o desenvolvimento da criança.
Alguns pensam que dar liberdade é deixar a criança entregue a si mesma, muitos já ouvimos fases do tipo:
_ Deixe o menino fazer o que ele quer!
_ Não discipline, não corrija assim você vai traumatizar a criança!
Mas a Bíblia nos manda ensinar, corrigir. “Quem se nega a castigar seu filho não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo.” Pv 13.24. Veja também: Pv 10.13; 22.15; 23.14; 26.3; 29.15. Isto quer dizer colocar limites, só assim elas poderão ser realmente livres. 
Corrigir não é espancar, este é outro problema que as crianças sofrem. O abuso de poder, como todo excesso só traz prejuízos. Infelizmente de vez em quando vemos no noticiário pais que mataram um filho de tanto bater. Nestes casos a correção é feita sem amor, da forma inadequada, na hora errada, para descarregar a raiva. Isto não é disciplinar!
Disciplinar é conversar sobre, perder o direito de... É fundamental a criança compreenda porque está sendo disciplinada para que assim, ela possa mudar seu comportamento. O medo, as críticas, a coerção geram mais problemas. Muitas vezes moldamos uma atitude aproveitando-nos do medo e da culpa, tão usados na educação, infelizmente. Estes artifícios não mudam a mente e os valores, com isso a tendência é que o comportamento se repita, pois o coração não foi pastoreado. A ‘psicologia de fundo de quintal’ como é conhecida pelos mineiros, é um exemplo do uso do medo e da culpa na tentativa de educar. Quem nunca ouviu sua mãe dizer?
 _Menino se você pular da janela vai virar ladrão.
 _ Se você falar mentira seu nariz vai crescer.
_ O bicho papão vai te pegar.
Seria muito mais eficaz explicar os efeitos ou as causas de tais atos. Se uma boa conversa não resolver, podemos usar outros métodos como veremos mais à frente.  Em último caso, usamos a vara: com amor, calma, longe de expectadores, e no lugar apropriado - no bumbum. E se não doer mais naquele que está corrigindo, existe algo de errado. Pois toda disciplina na hora dói, em ambas as partes. “Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados.” Hb 12.11. Veja na pesquisa citada abaixo a comprovação deste principio bíblico:

“O dr. Stanley Coopersmith, professor de psicologia  na Universidade da Califórnia,  fez um  estudo com 1.738 meninos pertencentes à classe média, e suas respectivas famílias, começando no período da pré-adolescência e acompanhando-os até a idade adulta. Depois de identificar  aqueles que tinham maior auto-estima, ele comparou suas famílias  e as influências  recebidas na infância com aqueles que tinham menor senso de  valor próprio. Ele encontrou 3 características importantes  que os distinguiam: 1) Os meninos com boa auto-estima eram claramente mais amados e apreciados no lar do que aqueles com baixa auto-estima. O amor de seus  pais  era profundo e genuíno, não apenas um monte de palavras vazias. Os meninos sabiam ser motivo  de orgulho e interesse dos pais, o que aumentava seu senso de valor.
2) Os meninos que pertenciam ao grupo dos que tinham uma boa auto-estima vinham de lares onde os pais eram significativamente mais rigorosos em relação à disciplina.  Em contraste, os pais do grupo de baixa auto-estima haviam  criado um sentimento  de insegurança e dependência nos filhos devido a atitudes de maior permissividade. Seus filhos inclinavam-se a achar que as regras não eram reforçadas pela disciplina, porque ninguém se importava o suficiente para se envolver.
(“Se vocês são criados sem disciplina, então vocês são crianças ilegítimas e não filhos”). Além disso, descobriu-se que os jovens mais bem sucedidos e independentes durante  o último período de estudos, vieram de lares que exigiam responsabilidade e prestação de contas com mais rigor. Desse modo, os laços familiares se fortaleceram. Nesses lares, disciplina e domínio próprio formavam um estilo de vida.
3) As famílias do grupo de boa auto-estima se caracterizavam também pela franqueza e espírito democrático. Uma vez que os limites de comportamento foram estabelecidos, havia liberdade para que as personalidades individuais pudessem crescer e se desenvolver. Os meninos tinham liberdade para se expressar, não temendo serem ridicularizados por isso, e a atmosfera predominante era marcada pela aceitação e segurança emocional.”
(18) Charles R. Swindoll. Família Forte. Ed Atos.

            Essa pesquisa comprova o valor do equilíbrio na educação. As características que marcaram os lares dos adultos com boa auto-estima foram uma infância e adolescência com: amor, limites, liberdade de expressão e aceitação. Foram famílias que tentaram contrabalançar liberdade e limites.
            Fiquei furiosa uma vez com um homem que se dizia jardineiro e insistiu para podar a árvore que fica no passeio de minha casa. Ele disse que iria dar uma forma àquela árvore, e lá foi ele com sua enorme tesoura cortando suas folhas. Fiquei imaginando uma linda moldura para minha árvore como eu via em outras por aí. Quando ele terminou eu não queria acreditar, nossa árvore estava horrível! Pelada! E não havia nenhum formato visível a olho nu. Ela parecia mais um ET estacionado em meu passeio. Ele podou onde não foi necessário e deixou folhas onde não era preciso. Disse sim onde não era preciso; e não quando não era necessário! Um jardineiro sem equilíbrio estraga um jardim. Pais desequilibrados ou vão super proteger seus filhos ou vão abandoná-los. Não é nada disto que queremos.
É assustador ver como as coisas caminharam de um extremo oposto ao outro! Mas o equilíbrio e a harmonia são possíveis, e começam com a nossa consciência da importância desta mudança. Quem sabe a próxima geração de cristãos consiga atingir o equilíbrio? Entao para garantir a vitoria semeie na infancia liberdade e limites com equilíbrio. Diga sim, sempre que possível; e não, sempre que for necessário.
Não confunda limite com super proteção nem liberdade com abandono. Equilibrar limites e liberdade é fundamental. Mas como conseguir isto? Vamos falar adiante um pouco mais sobre cada ponto destes. Mas acima de tudo: Esforce-se, seja forte e corajoso, mas com a direção de Deus. “Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda.” Sl 127. 1. O esforço humano é desperdiçado sem a orientação de Deus.


Texto de Alexandra Guerra extraído de seu livro "Infância, o Melhor Tempo para Semear." Editora Betânia.

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