quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O sucesso dos fracassados. Crianças que conseguem lidar melhor com a frustração tendem a ter sucesso e bons empregos


Por: GILBERTO DIMENSTEIN


O BOM DESEMPENHO acadêmico e profissional está menos ligado à inteligência do que ao autocontrole, isto é, à habilidade de gerenciar os impulsos, focar o que é relevante e perseverar.Esse assunto vai entrar na agenda mundial em razão da recente divulgação de pesquisas que, feitas por psicólogos e neurocientistas de algumas das melhores universidades americanas, vêm ganhando credibilidade entre especialistas em aprendizagem.Crianças que conseguem lidar melhor com a frustração e com o fracasso tendem a obter bons empregos, a ter sucesso em negócios, a economizar dinheiro, a cuidar da saúde e a ficar distantes de vícios.Além disso, é claro, elas tendem a ter melhor desempenho escolar. Ficar sentado estudando, afinal, é tarefa que exige que, apostando numa recompensa futura, se deixe de fazer algo mais agradável.

É possível aprender a ter autocontrole? É o que algumas escolas nos Estados Unidos estão experimentando com crianças a partir dos três anos de idade. Os resultados, pelo menos nas notas, têm sido positivos.

 
As pesquisas vêm sendo feitas desde a década de 1970, quando, na Universidade Stanford, começaram a acompanhar crianças que demonstravam, em experimentos, saber controlar os impulsos.Numa das experiências, puseram um chocolate diante de cada criança de um grupo de testes. Aquelas que não comessem nada ganhariam, mais tarde, três chocolates. Acompanhou-se por décadas esse grupo, comparando o desempenho dos seus integrantes nas mais variadas atividades. Observou-se que quem sabe se controlar obtém vantagens acadêmicas, ou seja, boas notas.
No mês passado, a psicóloga Terrie Moffitt, professora da Duke (EUA), um dos mais importantes centros de neurociências do mundo, divulgou um estudo baseado em 30 anos de observação. Foi além das revelações sobre as notas dos alunos. "Há um impacto generalizado nas mais diferentes áreas, inclusive na taxa de criminalidade", afirma.
 
Ela acompanhou 1.037 pessoas desde a primeira infância até os 32 anos de idade. Resultado semelhante ocorreu em suas pesquisas com gêmeos. "Vimos que o autocontrole, depois de descontados fatores como renda e classe social, superou a inteligência como elemento desencadeador de sucesso no universo acadêmico e no profissional."A pergunta óbvia: a habilidade de controlar os impulsos é algo genético? A psicóloga diz que, em parte, ela decorre de herança genética, mas que também há influência do ambiente, como a família e a escola.
Por isso algumas escolas estão criando jogos destinados a desenvolver o autocontrole. Um dos jogos usa peças de teatro para que as crianças aprendam a executar papéis. Esse é um recurso em meio a diversos tipos de brincadeira, cuja recompensa está associada à capacidade de lidar com a frustração e de postergar alguma decisão. Estimula-se, assim, a capacidade de encontrar soluções para desafios.
Tenho visto aqui na escola de negócio de Harvard vários professores repetirem o seguinte: bom empreendedor é aquele que sabe fracassar, fazendo dessa experiência uma motivação e um aprendizado. "Fracasso é uma medalha a ser colocada com destaque no currículo", diz Rosabeth Kanter, professora da escola de negócios de Harvard e mundialmente renomada por seus perfis de empreendedores.
Talvez esteja aí um jeito de entender melhor por que migrantes e seus filhos -obrigados a lidar com adversidades e frustrações, desenvolvendo a resiliência- tendem a prosperar e por que cidades mais abertas a imigrantes são mais inovadoras e empreendedoras.
 
PS- Até acho que as pesquisas sobre autocontrole fazem muito sentido. Saber trabalhar as limitações e frustrações é essencial para manter a garra. Meu receio é o modo como isso se traduz na prática. Tenho visto muitos pais e educadores reduzirem o espaço da brincadeira, importante para a imaginação, para que a criança seja um adulto supostamente mais eficiente. Muita criança de classe média tem agenda de executivo. Se o autocontrole é importante para o bom desempenho, a imaginação também o é.


terça-feira, 26 de julho de 2011

domingo, 10 de julho de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sempre digo ao meu filho:

"Não há nada que você possa fazer para eu te amar menos."

terça-feira, 21 de junho de 2011

Formação de pais pela Internet


Curso a distância para pais:
Criando filhos com uma cosmovisão bíblica.
    Este é um convite para você investir no que tem (ou terá) de mais valioso: seus filhos.
O  Curso a distância para pais - Criando filhos com uma cosmovisão bíblica apresenta uma proposta inovadora para atender aos pais do século XXI. Ele é prático, simples, dinâmico e objetivo! Os encontros com os pais serão em um ambiente virtual, ou seja, através da internet. Por isso, não importa onde você mora, chegaremos até você, desde eu você tenha acesso a um computador e a internet. Este curso será um tempo para depoimentos, relatos das tarefas e leituras propostas; um espaço onde os pais ou educadores serão ouvidos e guiados.
Este curso nasceu das várias classes de pais que já fiz. Ele está interligado ao meu livro "Infância". Por isso, o programa está baseado no livro: http://www.editorabetania.com.br/

É um investimento que vai semear inspiração e esperança no solo do seu coração de pai, mãe ou educador!
Período: Aproximadamente um mês e meio a partir de quando você puder.
Local: Onde você quiser.
Mais informações: solicite por e-mail



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ético e equilibrado este texto do Mauricio: SOBRE O PL 122


Nos últimos tempos ficou notória a mobilização da Igreja cristã em torno do polêmico projeto de lei 122, a chamada lei da “Homofobia”. Embora o projeto traga equívocos claros e mereça ser debatido, gostaria de aproveitar esta oportunidade para fazer uma análise crítica em relação ao posicionamento e a ação da igreja evangélica (falando aqui em termos genéricos) neste episódio.
Na minha visão, é lamentável que a Igreja, que há muito tempo tem ignorado a questão da homossexualidade, suas complexidades e implicações, esteja se manifestando de forma tão veemente acerca desta questão apenas quando um dos seus direitos (no caso, da livre expressão a partir da liberdade de consciência) é ameaçado. Desta forma, a Igreja age com qualquer outro grupo na defesa dos seus direitos, não representando nenhum diferencial na arena social.
É lícito, numa democracia, um grupo manifestar-se e procurar mobilizar a sociedade em defesa da sua visão de mundo e dos seus ideais. Mas é triste perceber que toda esta capacidade de mobilização da Igreja não se dá da mesma forma em temas–chave da Reforma social e da Justiça do Reino, como pobreza, violência, corrupção, gênero, etc. A verdade é que a Igreja evangélica continua obcecada pela sexualidade e os seus “pecados”. Como exemplo, cito o fato de que recentemente, estamos tendo a discussão sobre o novo Código Florestal Brasileiro, tema de fundamental importância relacionado à mordomia da Criação e ao futuro das próximas gerações, mas onde e de que forma está a igreja cristã se mobilizando?
Como conseqüência desta tendência, assistimos a uma polarização entre os evangélicos e os movimentos GLBTT e segmentos da imprensa que só tem fortalecido estes últimos. Pior: ao invés de atrair os homossexuais para o amor de Deus, temo que estamos afastando-os cada vez mais da oportunidade de conhecer a graça regeneradora e salvadora de Jesus Cristo, da qual todos(“homos”, “héteros”, “bis”, e o que quer que seja) igualmente carecem desesperadamente.
Ainda estamos muito longe, como Igreja, de um projeto de militância e de reforma social mais abrangente e integral, embasado biblicamente e alicerçado no serviço.
Como Igreja, dizemos que não somos homofóbicos, mas lamento constatar que sim, somos, apesar do velho discurso “condenamos o homossexualismo, mas amamos os homossexuais”. O fato é que tememos tudo aquilo que não entendemos bem. E está claro e notório neste episódio que a igreja não tem se aprofundado nas complexas questões ligadas à homossexualidade, pelo discurso que ainda reina de “opção” sexual (como se alguém escolhesse, num joguinho de “par ou ímpar”, se vai ser homo ou hétero), e não de “orientação” sexual, profundamente arraigada na identidade pessoal. Ou na confusão entre união civil e casamento, na incompreensão acerca do papel que um Estado laico deve ter na defesa dos direitos dos seus cidadãos (mesmo que esses não professem a mesma moralidade que eu), ou até mesmo por achar que assistir a uma novela vai tornar alguém homossexual.
Não se trata aqui de defender ou não a prática homossexual, tampouco de ignorar as influências da aceitação de determinadas práticas culturais no comportamento de indivíduos. trata-se, sim, de fazer uma análise crítica do posicionamento político da igreja brasileira nesta questão.  Na minha visão, deveria ter sido a Igreja a primeira a propor (através dos seus representantes nas esferas políticas e de seus formadores de opinião) uma lei ou um movimento contra a homofobia, equilibrado e consistente. Aliás, contra qualquer forma de discriminação e violência de toda ordem contra grupos minoritários, formados por pessoas humilhadas, desprezadas, e oprimidas da nossa sociedade. Precisamos entender que a redenção na esfera política (entendida aqui como a esfera de poder e influência na sociedade) vai muito além de defender os próprios direitos e interesses, mas sim lutar pela justiça. Isso sim seria o agir de uma Igreja verdadeiramente transformadora.

Mauricio Cunha

sexta-feira, 10 de junho de 2011


A vida vai exigir muito do seu filho, então, lembre-se de animá-lo quando for necessário e de incentivá-lo a desacelerar quando
for preciso.
Ensine-o a  aproveitar bem as coisas
simples da vida!

sábado, 4 de junho de 2011

Eu criei meu próprio Deus! Meu Deus!

Dei-me conta de algo assustador: Eu criei meu próprio Deus! A imagem que cada um de nós tem de Deus foi construída particularmente. Fruto de nossos relacionamentos – principalmente paterno e materno – e fruto daquilo que foi plantado em nossa infância. Por exemplo, a palavra “pai” para cada pessoa tem um significado dependendo do tipo de pai que ela teve. Para um pai significa proteção, amor e respeito. Para outro, pai quer dizer, abandono, dor e sofrimento. Assim, vamos preenchendo cada palavra com nossas experiências de vida, e isto inclui, a palavra “Deus”.
Passado o susto inicial, estou tentando me afastar das imagens criadas por mim e me aproximar de quem é Deus de verdade – o Elohim – Deus Eterno e Criador dos céus e da terra, amém. O Deus da Bíblia sagrada. Tarefa difícil!
Por exemplo, eu sempre ouvi:
 “_ Menina Deus castiga!”
“_ Deus está vendo tudo ein...” Durante muito tempo, para mim deus era mais juízo do que amor. Ele ficava me vigiando para me castigar. Custei a entender e aceitar na minha vida a graça Divina. Meu senso crítico e exigências sempre me deram muito trabalho, tanto comigo quanto com os outros. À medida que eu fui crescendo, questionando, penando; esse meu Deus foi ficando tão limitado que não combinava mais com Sua magnífica Criação! Comecei olhar mais para a Bíblia e para a Criação. E a ouvir menos as vozes que me perseguiam.

Suspeito que os ateus tiveram pais omissos ou então muito desequilibrados. Então eles concluem: Se Deus é pai... é melhor ele nem existir. Tem gente que é o extremo oposto, como tiveram pais muitos permissivos acham que Deus é meio bobinho, sabe do tipo, só paz e amor! Fica na dele e deixa você fazer o que quiser... Sinto muito lhes informar papais e mamães, mas até nisto vocês influenciam e podem determinar a imagem que seus filhos fazem de Deus. E como serão os pais dos fanáticos religiosos?... Sei não. E por falar neles, os alienados que me desculpem, mas tem uma música que tem me ajudado: “Se eu quiser falar com Deus” Interpretado por: Elis Regina e composta por: Gilberto Gil.  Ela dá dicas preciosas, como: “Tenho que ficar a sós, calar a voz, esquecer a data, ter mãos vazias. Se eu quiser falar com Deus tenho que me aventurar, subir aos céus sem cordas pra segurar, decido pela estrada que ao final vai dar em nada, nada, nada do que eu pensava encontrar.”

            Uma coisa eu sempre peço: Que Deus fale a minha língua e desça ao meu nível de reles mortal que não usa os 100% do cérebro que Ele criou. Para que aos poucos eu possa me aproximar dEle de verdade! Mesmo que ao final eu tenha uma grande surpresa! Como eu não gosto de surpresas, vou me preparando por aqui...
Quem é Deus? Depende de quem vê e se quer ver mesmo. Meu Deus!
             
Alexandra Guerra.





Congresso da APEC

Exiba cartaz co...jpg na apresentação de slides

terça-feira, 31 de maio de 2011

Curso para professores em Curitiba.


“Um curso inovador para quem precisa aprender sempre: aquele que ensina”.
Formação em Educação Cristã.

sábado, 21 de maio de 2011

Jesus e as crianças - é assim que eu imagino como eles se relacionavam:


Lindas obras feitas a lapis...
O artista prefere permanecer anônimo e diz que quer que as obras falem por si mesmas. Observe com cuidado e veja que as obras foram assinadas 'Jesus Painter' (Jesus Pintor)...
Cristo rindo! Um conceito inovador.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Que virá a ser este menino?? O que temos feito diante desta realidade social tão triste??




Minha Escolinha

Mukeka di Rato

Composição : Mukeka Di Ra


Quero estudar para ser "Dotô"
Com muito carinho, com muito amor
Procurar escola, me matricular
E os coleguinhas eu vou ajudar
Mas não achei escola nessa podridão
Eu não vou estudar eu vou virar ladrão
Não gosto de Deus, não gosto de ninguém
Quero ver quem gosta depois de ir pra Febem
Consegui escola, não tinha carteira
Sentava no chão sujo de poeira
Não tinha merenda, a fome apertava
Eu comia lixo, eu bebia água
Mas não tinha aula, não tinha professor
A escola era um lixo e podre era o odor
Então voltei pra rua, até matar eu fiz
Tanta cocaína comeu o meu nariz
Não tinha esperança de me arrepender
Eu chorava sempre sem ter o que fazer
Não tinha família, não tinha ninguém
Era um pobre verme jogado na Febem
Saí da Febem, morria de desgosto
Dormia na rua perto do esgoto
E naquela noite enquanto eu dormia
Na minha cabeça uma bala atingia

segunda-feira, 2 de maio de 2011


Mãe e flores.
Já notou como associamos mães com flores?
As mães são como as flores: perfumam, embelezam, anunciam a vida!
As mães como as flores: são sensíveis e ao mesmo tempo resistentes.
Algumas estão firmes realizando a sua missão de gerar e manter a vida!
Infelizmente, outras mães estão murchas, ressecadas, esgotadas...
Estão desanimando, e colocando em risco os frutos...
Já pensou se as flores se cansarem de serem flores?
Todos os frutos, perfumes e belezas estariam ameaçados!
Se as mães desistirem... Toda geração estará condenada ao sofrimento, ao esfriamento, ao fracasso.
Algumas mães já desistiram: de amamentar, de proteger, de elogiar, de corrigir, de criar, de se dar...
Preciosa mãe: não tenha medo! Pois o seu Criador, O SENHOR Todo Poderoso, será o seu marido e o seu Salvador!
O SENHOR Deus te diz: “O meu amor por você não acabará nunca, e a minha aliança de paz com você nunca será quebrada.” Isaías 54:10.
A Bíblia diz em Isaías 55:6,7: “Procurem a ajuda de Deus enquanto podem achá-lo.”
Volte-se para Deus, como as flores buscam a luz!
“Orem ao Senhor enquanto Ele está perto.” Fale com Deus: Ele te ouve!
“Mudem sua maneira de viver e abandonem seus maus pensamentos.” O mau envenena a alma.
“Voltem para o SENHOR, nosso Deus, pois Ele tem compaixão e perdoa completamente.”
Você vale muito mais que as flores.
Mãe, não desista!
Seja como as flores! Embeleze seu jardim, independente de como esteja o solo.
Pois não há esperança de vida sem vocês!
Não posso imaginar o mundo sem mães, que desempenham o seu belo papel.
Assim como não posso imaginar o mundo sem a riqueza das flores, pois são elas que asseguram a reprodução da espécie.

Por: Alexa Guerra.

A mãe em fases:

03 anos: mãe eu te amo
11 anos: mãe não me enche
16 anos: minha mãe é tão chata
18 anos: eu quero sair de casa
25 anos: mãe você tinha razão
30 anos: quero voltar para casa da minha mãe
50 anos: eu não quero perder a minha mãe
70 anos: eu abriria mão de qualquer coisa para ter minha mãe aqui comigo.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:

  • "Crie filhos em vez de herdeiros."
  • "Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
  • "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
  • "Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
  • "Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
  • "Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
  • "Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
  • "Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
  • "...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
  • "Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar:
 "Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."

quinta-feira, 21 de abril de 2011


Sua proposta de vida não foi atendida por muitos.
Condenaram este homem e crucificaram-no ignorando todos os seus propósitos de um Desejo a toda mundo melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
Por três dias o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que o terceiro dia a vida acontecia.
A páscoa existe para nos lembrar deste momento inigualável chamado ressurreição.
Ressurreição do sorriso, da alegria de viver, do amor.
Ressurreição da amizade, da vontade de ser feliz.
Ressurreição dos sonhos, das lembranças.
E de uma verdade que está acima dos ovos de chocolates ou até dos coelhinhos da páscoa.
Cristo morreu, mas ressuscitou.
E fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações.
Que este seja o verdadeiro da minha, da sua, da nossa Páscoa, que possamos encontrar amor, carinho, paz, fraternidade, companheirismo, porque isso sim é o verdadeiro sentido da Páscoa.
Feliz Páscoa para todos vocês!

(Desconheço o autor)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Páscoa. Crônica de Luiz Fernando Veríssimo.

-Papai, o que é Páscoa?
-Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
-Igual ao Natal?
-É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
-Ressurreição?
-É, ressurreição. Marta, vem cá!
-Sim?
-Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
-Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
-Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
-O que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
-Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
-É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a ilha de Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
  -Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
  -Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
  -Coelho bota ovo?
  -Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
  -Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
  -Era... era melhor,sim... ou então urubu.
  -Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né?
  -Que dia ele morreu?
  -Isso eu sei: na Sexta-feira Santa.
  -Que dia e que mês?
  -(???)
  -Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
  -Um dia depois!
  -Não três dias depois.
  -Então morreu na Quarta-feira.
  -Não, morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na Sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
  -Papai, porque amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
  -É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
  -O Judas traiu Jesus no Sábado?
  -Claro que não! Se Jesus morreu na Sexta!!!
  -Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
  -Ui...
  -Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
  -Cristo. Jesus Cristo.
  -Só?
  -Que eu saiba sim, por quê?
  -Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
  -Ai coitada!
  -Coitada de quem?
  -Da sua professora de catecismo!

  Luiz Fernando Veríssimo


Visite o túmulo na Páscoa, mas mão espere encontrar ninguém lá dentro. Não há corpo lá, Ele saiu andando ao terceiro dia!

sábado, 2 de abril de 2011

“A nossa festa da Páscoa está pronta, agora que Cristo, o nosso cordeiro da Páscoa, já foi sacrificado.”  
1 Coríntios 5:7b.

A PÁSCOA
 está chegando aqui no blog também...

quinta-feira, 31 de março de 2011

'Cinismo, Emocionalismo e a Verdadeira Espiritualidade'

L'Abri Brasil: IV Conferência L'Abri Brasil:

IV Conferência L'Abri Brasil

Prepare-se, desde já, para participar da IV Conferência L'Abri Brasil. Este ano, o tema será 'Cinismo, Emocionalismo e a Verdadeira Espiritualidade' e ocorrerá nos dias 22, 23 e 24 de julho




Descrição do Tema:

Viver uma espiritualidade profunda e genuinamente cristã é o desejo de cada cristão sincero, seja ele antigo ou novo na fé, de uma comunidade mais tradicionalista ou de uma comunidade mais contemporânea - e até mesmo daqueles que procuram viver o cristianismo fora da igreja institucional.

Independentemente, no entanto, das cores denominacionais, do tempo de vivência cristã e da qualidade da experiência de igreja, há um desconforto amplamente compartilhado com as ambiguidades da vida cristã, e especialmente quanto à relação entre as limitações da realidade e a amplitude das promessas divinas. Para muitos, uma fé sólida é uma fé que se alimenta de sentimentos bons, e que ignora as contradições e desgraças no mundo e na própria Igreja. Para outros, não pode haver alegria ou certeza se vivemos em um mundo tão contraditório e corrupto.

Na Conferência L'Abri Brasil de 2011 vamos refletir juntos sobre as causas do emocionalismo religioso e da visão sentimentalista da vida, assim como do cinismo em relação a Deus, à igreja e à féTentaremos compreender como uma Espiritualidade Cristã Verdadeira responde a essas atitudes contraditórias. E tendo como chave e referência ideia cristã de gratidão,vamos buscar o equilíbrio na forma de nos posicionarmos diante da oração, da igreja institucional, da ética cristã, da vida comunitária, do trabalho e da missão. E você está convidado a participar conosco dessa reflexão!

segunda-feira, 28 de março de 2011

TV e jogos: Liberar, proibir ou educar?

       A tentação é grande. Deixar as crianças jogando, assistindo filmes ou TV por horas ou até altas horas.  Certo ou errado não importa, elas ficam quietas ali de frente da telinha e nos dão o sossego que tanto queríamos... Só que as conseqüências também são grandes, proporcionais ao tempo e ao conteúdo do que se vê. Crianças violentas, com sexualidade aflorada muito cedo, sexo banalizado, valores deturpados, pouca criatividade, são alguns dos frutos amargos que temos colhido nesta geração. Assistir ou jogar qualquer coisa, sem critérios, está contribuindo na formação de pessoas sem competências para atuar em um milênio marcado pela valorização do questionamento e rapidez em identificar e resolver demandas e problemas. Não queremos isto para nossas crianças, claro! Então o que fazer?
Já sei que não cometeremos a doidice de cortar TV e jogos de nossos filhos definitivamente. A não ser por um tempo determinado, para discipliná-los, o que funciona muito bem por sinal! Então o que fazer? Seguinte:
Leia e siga a indicação do fabricante quanto a faixa etária recomendada.
Leia pelo menos a sinopse para ver o conteúdo e a trama principal do jogo ou filme. Isso já ajuda demais.
Agora, se você quer investir mais tempo nesta fase tão fecunda que é a infância, assista ou jogue uma vez com sua criança e ensine-a a analisar o que ela vê. Isto dá mais trabalho, claro! Por isso, que ensinar é mais difícil que proibir ou liberar geral. Mas se você investir em educar, chegará o tempo que colherá bons frutos e com o merecido descanso.
Liberar geral é desastroso! Proibir é passageiro. Educar é permanente.

Alexandra Guerra.




sexta-feira, 18 de março de 2011

Combate a violência infantil‏


 Dia 30 de Julho/ 2011
No Rio de Janeiro.
Junte-se a nós neste evento de mobilização no combate a violência infantil.
O trunfo da violência a criança é a falta de informação e omissão .
Não se conforme, lute. Participe!
Inscrições pelo email:
presidencia@parábola.com.br
Site: www.parabola.com.br
Informações:
combateaviolenciainfantil.blogspot.com

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Formação de pais pela Internet - Curso a distância para pais:


Este é um convite para você investir no que tem (ou terá) de mais valioso: seus filhos.
Participe deste Curso a distância para pais e aprenda como criar filhos com uma cosmovisão bíblica.
Período: Aproximadamente um mês e meio a partir de quando você puder.
Local: Onde você quiser.

Apresentação
Curso a distância para pais - Criando filhos com uma cosmovisão bíblica apresenta uma proposta inovadora para atender aos pais do século XXI. Ele é prático, simples, dinâmico e objetivo! Os encontros com os pais serão em um ambiente virtual, ou seja, através da internet. Por isso, não importa onde você mora, chegaremos até você, desde eu você tenha acesso a um computador e a internet. Este curso será um tempo para depoimentos, relatos das tarefas e leituras propostas; um espaço onde os pais ou educadores serão ouvidos e guiados.
Este curso nasceu das várias classes de pais que já fiz. Ele está interligado ao meu livro "Infância". Por isso, o programa está baseado no livro. Para saber mais SOBRE O LIVRO: http://www.editorabetania.com.br/

É um investimento que vai semear inspiração e esperança no solo do seu coração de pai, mãe ou educador! 

Mais informações: solicite por e-mail





quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

sábado, 5 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O que será que Deus vai perguntar aos pais... Naquele dia...

Deus não vai perguntar se vocês andaram na moda. Deus está mais preocupado com os nossos adornos internos: não quer que a gente guarde amargura, que a gente alimente pensamentos ruins.
Deus não vai perguntar que tipo de carro você dirigiu. Ele deve perguntar se você apostou corrida com seu filho, se fez um desenho, e se de lhe deu uma amizade alegre.
Deus não vai perguntar o tamanho da sua casa. Ele vai perguntar quantos colegas do seu filho você recebeu nela.
Deus não vai perguntar sobre a cor da pele do seu filho. Ele vai perguntar sobre o conteúdo do seu caráter.
Deus pode não perguntar se você trabalhou muito, mas pode perguntar se você descarregou ou descontou suas frustrações e cansaço em sua família.
Deus já sabe que você cometeu erros com o seu filho, o que Ele pode lhe perguntar é se você pediu perdão quando errou e se procurou mudar de atitude.
Deus não vai perguntar quanto vale seu tempo, mas Ele pode perguntar se você ajudou seu filho a fazer a lição. Se você o buscou na escola. Se você foi assistir a sua apresentação.
Deus não vai perguntar o que aconteceu na novela, mas vai te perguntar se você mostrou a seu filho como juntar as mãos e orar, se você ensinou o seu coraçãozinho a amar a Palavra de Deus.
Deus não deve perguntar qual era a sua posição social ou quanto pagou a uma babá, mas vai querer saber se foi você quem educou e inspirou seu filho.
Talvez Deus não vai perguntar quantos filhos você teve. Mas Ele vai perguntar quantos filhos você realmente criou e se você foi pai ou mãe de verdade!
Deus quer saber dos seus medos e angústias, assim como, Ele quer conhecer seus sonhos e vontades.
Deus quer saber se seu filho pode se espelhar em você!
Deus vai perguntar se você perdeu seu filho para o mundo, ou se o ganhou para Deus!
Deus quer saber se o coração dos pais está voltado para os filhos, e se o coração dos filhos está voltado para os pais.
E por fim, Deus vai querer saber se você amou o ser humano que Ele colocou em suas mãos.
E o melhor de tudo é que há tempo para recomeçar, hoje, agora! Pois, amanhã pode ser o seu dia de responder essas perguntas para Deus...
Senhor ajuda-nos! Transforme e mude completamente a nossa mente! Senhor Deus “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que o nosso coração seja sábio.” Salmos 90:12.

Alexandra Guerra. Autora, dentre outros, dos livros " Infância: O Melhor Tempo Para Semear” da Ed. Betânia. Veja também no yoytube.

Pesquisa Google

Google