quinta-feira, 30 de junho de 2011

Congresso da AECEP - Desenvolvendo gerações com uma cosmovisão cristã.



domingo, 26 de junho de 2011

Mamãe como se fazem os bebês ???


terça-feira, 21 de junho de 2011

Formação de pais pela Internet


Curso a distância para pais:
Criando filhos com uma cosmovisão bíblica.
    Este é um convite para você investir no que tem (ou terá) de mais valioso: seus filhos.
O  Curso a distância para pais - Criando filhos com uma cosmovisão bíblica apresenta uma proposta inovadora para atender aos pais do século XXI. Ele é prático, simples, dinâmico e objetivo! Os encontros com os pais serão em um ambiente virtual, ou seja, através da internet. Por isso, não importa onde você mora, chegaremos até você, desde eu você tenha acesso a um computador e a internet. Este curso será um tempo para depoimentos, relatos das tarefas e leituras propostas; um espaço onde os pais ou educadores serão ouvidos e guiados.
Este curso nasceu das várias classes de pais que já fiz. Ele está interligado ao meu livro "Infância". Por isso, o programa está baseado no livro: http://www.editorabetania.com.br/

É um investimento que vai semear inspiração e esperança no solo do seu coração de pai, mãe ou educador!
Período: Aproximadamente um mês e meio a partir de quando você puder.
Local: Onde você quiser.
Mais informações: solicite por e-mail



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ético e equilibrado este texto do Mauricio: SOBRE O PL 122


Nos últimos tempos ficou notória a mobilização da Igreja cristã em torno do polêmico projeto de lei 122, a chamada lei da “Homofobia”. Embora o projeto traga equívocos claros e mereça ser debatido, gostaria de aproveitar esta oportunidade para fazer uma análise crítica em relação ao posicionamento e a ação da igreja evangélica (falando aqui em termos genéricos) neste episódio.
Na minha visão, é lamentável que a Igreja, que há muito tempo tem ignorado a questão da homossexualidade, suas complexidades e implicações, esteja se manifestando de forma tão veemente acerca desta questão apenas quando um dos seus direitos (no caso, da livre expressão a partir da liberdade de consciência) é ameaçado. Desta forma, a Igreja age com qualquer outro grupo na defesa dos seus direitos, não representando nenhum diferencial na arena social.
É lícito, numa democracia, um grupo manifestar-se e procurar mobilizar a sociedade em defesa da sua visão de mundo e dos seus ideais. Mas é triste perceber que toda esta capacidade de mobilização da Igreja não se dá da mesma forma em temas–chave da Reforma social e da Justiça do Reino, como pobreza, violência, corrupção, gênero, etc. A verdade é que a Igreja evangélica continua obcecada pela sexualidade e os seus “pecados”. Como exemplo, cito o fato de que recentemente, estamos tendo a discussão sobre o novo Código Florestal Brasileiro, tema de fundamental importância relacionado à mordomia da Criação e ao futuro das próximas gerações, mas onde e de que forma está a igreja cristã se mobilizando?
Como conseqüência desta tendência, assistimos a uma polarização entre os evangélicos e os movimentos GLBTT e segmentos da imprensa que só tem fortalecido estes últimos. Pior: ao invés de atrair os homossexuais para o amor de Deus, temo que estamos afastando-os cada vez mais da oportunidade de conhecer a graça regeneradora e salvadora de Jesus Cristo, da qual todos(“homos”, “héteros”, “bis”, e o que quer que seja) igualmente carecem desesperadamente.
Ainda estamos muito longe, como Igreja, de um projeto de militância e de reforma social mais abrangente e integral, embasado biblicamente e alicerçado no serviço.
Como Igreja, dizemos que não somos homofóbicos, mas lamento constatar que sim, somos, apesar do velho discurso “condenamos o homossexualismo, mas amamos os homossexuais”. O fato é que tememos tudo aquilo que não entendemos bem. E está claro e notório neste episódio que a igreja não tem se aprofundado nas complexas questões ligadas à homossexualidade, pelo discurso que ainda reina de “opção” sexual (como se alguém escolhesse, num joguinho de “par ou ímpar”, se vai ser homo ou hétero), e não de “orientação” sexual, profundamente arraigada na identidade pessoal. Ou na confusão entre união civil e casamento, na incompreensão acerca do papel que um Estado laico deve ter na defesa dos direitos dos seus cidadãos (mesmo que esses não professem a mesma moralidade que eu), ou até mesmo por achar que assistir a uma novela vai tornar alguém homossexual.
Não se trata aqui de defender ou não a prática homossexual, tampouco de ignorar as influências da aceitação de determinadas práticas culturais no comportamento de indivíduos. trata-se, sim, de fazer uma análise crítica do posicionamento político da igreja brasileira nesta questão.  Na minha visão, deveria ter sido a Igreja a primeira a propor (através dos seus representantes nas esferas políticas e de seus formadores de opinião) uma lei ou um movimento contra a homofobia, equilibrado e consistente. Aliás, contra qualquer forma de discriminação e violência de toda ordem contra grupos minoritários, formados por pessoas humilhadas, desprezadas, e oprimidas da nossa sociedade. Precisamos entender que a redenção na esfera política (entendida aqui como a esfera de poder e influência na sociedade) vai muito além de defender os próprios direitos e interesses, mas sim lutar pela justiça. Isso sim seria o agir de uma Igreja verdadeiramente transformadora.

Mauricio Cunha

sexta-feira, 10 de junho de 2011


A vida vai exigir muito do seu filho, então, lembre-se de animá-lo quando for necessário e de incentivá-lo a desacelerar quando
for preciso.
Ensine-o a  aproveitar bem as coisas
simples da vida!

sábado, 4 de junho de 2011

Eu criei meu próprio Deus! Meu Deus!

Dei-me conta de algo assustador: Eu criei meu próprio Deus! A imagem que cada um de nós tem de Deus foi construída particularmente. Fruto de nossos relacionamentos – principalmente paterno e materno – e fruto daquilo que foi plantado em nossa infância. Por exemplo, a palavra “pai” para cada pessoa tem um significado dependendo do tipo de pai que ela teve. Para um pai significa proteção, amor e respeito. Para outro, pai quer dizer, abandono, dor e sofrimento. Assim, vamos preenchendo cada palavra com nossas experiências de vida, e isto inclui, a palavra “Deus”.
Passado o susto inicial, estou tentando me afastar das imagens criadas por mim e me aproximar de quem é Deus de verdade – o Elohim – Deus Eterno e Criador dos céus e da terra, amém. O Deus da Bíblia sagrada. Tarefa difícil!
Por exemplo, eu sempre ouvi:
 “_ Menina Deus castiga!”
“_ Deus está vendo tudo ein...” Durante muito tempo, para mim deus era mais juízo do que amor. Ele ficava me vigiando para me castigar. Custei a entender e aceitar na minha vida a graça Divina. Meu senso crítico e exigências sempre me deram muito trabalho, tanto comigo quanto com os outros. À medida que eu fui crescendo, questionando, penando; esse meu Deus foi ficando tão limitado que não combinava mais com Sua magnífica Criação! Comecei olhar mais para a Bíblia e para a Criação. E a ouvir menos as vozes que me perseguiam.

Suspeito que os ateus tiveram pais omissos ou então muito desequilibrados. Então eles concluem: Se Deus é pai... é melhor ele nem existir. Tem gente que é o extremo oposto, como tiveram pais muitos permissivos acham que Deus é meio bobinho, sabe do tipo, só paz e amor! Fica na dele e deixa você fazer o que quiser... Sinto muito lhes informar papais e mamães, mas até nisto vocês influenciam e podem determinar a imagem que seus filhos fazem de Deus. E como serão os pais dos fanáticos religiosos?... Sei não. E por falar neles, os alienados que me desculpem, mas tem uma música que tem me ajudado: “Se eu quiser falar com Deus” Interpretado por: Elis Regina e composta por: Gilberto Gil.  Ela dá dicas preciosas, como: “Tenho que ficar a sós, calar a voz, esquecer a data, ter mãos vazias. Se eu quiser falar com Deus tenho que me aventurar, subir aos céus sem cordas pra segurar, decido pela estrada que ao final vai dar em nada, nada, nada do que eu pensava encontrar.”

            Uma coisa eu sempre peço: Que Deus fale a minha língua e desça ao meu nível de reles mortal que não usa os 100% do cérebro que Ele criou. Para que aos poucos eu possa me aproximar dEle de verdade! Mesmo que ao final eu tenha uma grande surpresa! Como eu não gosto de surpresas, vou me preparando por aqui...
Quem é Deus? Depende de quem vê e se quer ver mesmo. Meu Deus!
             
Alexandra Guerra.





Congresso da APEC

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