quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Educar é polinizar

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

As Causas da violência infantil e os dois cachorros.

Estão cada vez mais comuns as brigas e violência entre as crianças.

Eu estava conversando na escola com um garoto sobre suas atitudes agressivas - com colegas e até com seus professores. O menino, que me ouvia em silêncio absoluto, virou-se para mim com aquele olhar de quem está pensando profundamente na questão, apertou seus olhinhos castanhos, e desabafou: "_Tem uma coisa dentro de mim que não consigo controlar!"

Que coisa será essa? Fiquei pensando...

Lembrei-me então da história que ouvi uma vez: dos dois cachorros que brigam dentro de nós.

"Um Sábio índio descreveu certa vez os seus conflitos internos: 'Dentro de mim existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro é muito bom e dócil. Eles estão sempre a brigar'.
Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a abriga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu:
'Aquele que eu alimentar".

Qual cachorro você quer que vença? O Pit Bull ou o Yorkshire? Perguntei ao garoto. E ele replicou: "_Mas meu pai disse que se alguém me bater eu tenho que revidar."

Quando ele saiu da minha sala fiquei pensando em como o próprio pai estava alimentando o Pit Bull.

Como podemos alimentar esses cachorros? Pensei em três possibilidades de biscoitos caninos:

1. Disciplina - pode estar lhe faltando limites, nesse caso fortalecemos o descontrole. Ou, a correção pode estar sendo feita da forma errada e correção sem amor, gera mais violência.

2. Medicina - Pode ser que a criança tenha um distúrbio ou transtorno como a famosa hiperatividade, por exemplo. Então lhe falta um diagnóstico e tratamento adequado.

3. Espiritualidade - pode ser atuação ou influência de espíritos maus. Resolve-se com jejum e oração.

Antes de testar estas três áreas, você pode partir para a lei do reforço. Este método que há algum tempo atrás coloquei em cheque e questionei severamente, agora tenho colocado em prática e obtido ótimos resultados. Trata-se de recompensar o bom comportamento com privilégios ou pequenos presentes, como adesivos e a famosa estrelinha que você já deve ter visto (e recebido) quando estudou.

Um dia, uma a professora, chamando a atenção de sua pequena de dois anos e meio perguntou-lhe:

- Ana, quantas vezes vou ter que falar para você obedecer? No que Ana respondeu:

- Três vezes professora. Você disse que só ia falar três vezes. E essa foi a vez dois.

Eu sei que reforço também é coisa de cachorro, mas muitas vezes ele ajuda ou pelo menos nos dá tempo para investigar qual cachorro está sendo mais alimentado e como.

Já pensou se estivermos alimentando o Pit Bull dentro de nossas crianças?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Oração pelas crianças

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Coluna na rádio!

Escute a minha coluna sobre educação de crianças no programa de rádio "nas ondas da arte" que vai ao ar aos sábados ao meio dia, em Patos de minas. Sintonize pela internet: educadorafm.net

Um forte abraço, da Alexa.

Deus abençoe seu dia!


clique na imagem

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Comentário

Comentário:
Eu estava desanimada e frustrada, exigindo deles (meus filhos) aquilo o que eu não estava semeando. Eu não conseguia administrar o tempo. Deus falou grandemente sobre o tempo e da responsabilidade de ensinar princípios bíblicos. Quero dizer que houve muitas mudanças, para melhor!
Este livro é excelente! [Infância: O melhor tempo para semear. Alexandra Guerra.] O Espírito Santo ministrou em meu coração que ainda era possível fazer uma boa colheita. Glória a Deus!
Louvo a Deus pela vida da autora (minha querida Pastora Alexandra!).
Sem sombra de dúvida eu recomendo este livro, ele é uma benção.
Não tendo muito contato com a senhora, sinto grande carisma e o meu coração salta de prazer quando a vejo.
Isto é muito legal!
No mais, as ricas bênçãos de Deus sobre sua vida, família.
Com carinho Cínara de Sabará-MG.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Contrastes

Contrastes
Uma senhora de uns setenta anos segurou minha mão e disse entre lágrimas:
_ Ore pelo meu filho, eu já não sei mais o que fazer! Você está começando a ser mãe - nem tanto, pensei, pois meu filho já tinha seus 16 anos - e eu já estou terminando. Meu filho mais uma vez está na casa de recuperação para drogados. Suas mãos enrugadas e tremulas apertaram com mais forças as minhas. Eu não ouvia nem via mais ninguém a nossa volta, a pesar de a igreja estar cheia das pessoas que iam e vinham ao fim daquele culto.
_Eu carrego uma culpa - ela desabou a chorar e me lançou um olhar de desespero - pois eu falhei muito como mãe. Se eu tivesse buscado sabedoria de Deus para educar meu filho ele não seria assim.
Eu fiquei muda, com o coração apertado, pois concordei com tudo o que ela falava. Quando me lembro dessa senhora, sinto um desespero, e oro por eles como ela me pediu.
Ela me faz lembrar as tantas vezes que também falhei como mãe, e que busquei ajuda e procurei mudar. Das vezes que já pedi perdão ao meu filho e a Deus, e como Ele me livrou do fardo da culpa. Mesmo assim sei que vou colhendo o que tenho plantado, seja bom ou mau. Mas não tenho passado nem perto das aflições daquela senhora.
Na semana seguinte passei alguns dias convivendo com uma mãe adolescente, que despreza seu bebe. Um lindo e manso garotinho de um aninho. Essa jovem simplesmente deixa o bebe com sua avó e vai viajar, ou some por dias... O que esperar de uma mãe que dá leite estragado para seu filho? "Que virá a ser, pois este menino?" Às vezes, essa jovem mãe deixava escapar algo que tinha me negado a semana toda: um olhar. Mas seus olhos não revelavam nada a não ser um vazio cavernoso.
Outro dia, conversando com outra mãe em um restaurante ela me disse: _ Essa menina estragou minha vida! - E enfiou uma colher de comida na boca da criança. Não havia qualquer empatia em seus olhos.
A menina a que ela se referiu: tem três aninhos, é a caçula de mais dois irmãos, é perfeita, meiga e linda. A vida que essa pequena "estragou": a carreira profissional da mãe. Olhei para meninha que tinha um olhar triste e fiquei muda de novo! O desespero e decepção me calaram por um momento. Por isso preciso escrever! Ou ficarei com um grito entalado na garganta. É uma necessidade, uma forma de responder as muitas dessas mães que estão soltas por aí...
Que contraste entre essas mães.
E que semelhança!
Se eu pudesse colocaria uma de frente para a outra: A jovem e a velha. A endurecida e a quebrantada. A que está plantando e a que está colhendo. A de olhos secos e a de olhos irrigados. A que ignora e a que ama. A arrogante e a submissa. A que faz o que deseja e a que busca a Deus. algo não mudar, terão o mesmo fim.
O fato é que as crianças hoje em dia estão entregues a si mesmas. E todos nó temos colhido as conseqüências.
Que Deus tenha misericórdia dos seus cordeiros!
As pastagens precisam mudar, passando dos penhascos áridos e solos rachados a um solo mais verde banhado pelas chuvas que trazem vida e esperança.
Ajude-nos Senhor a clamar como uma voz nesse deserto de pais e mães. "Eis que eu vos envio o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do SENHOR; e converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha e fira a terra com maldição." (Malaquias 4:5,6.)
Que nossa voz chegue até esses corações áridos e entregues aos lobos e traga: Quebrantamento. Salvação. Redenção. Paz.
As semelhanças: começaram mal a maternidade, e se
Alexa Guerra :-)________________________________________Alexandra Guerra Castanheira é autora do livro " Infância: O Melhor Tempo Para Semear” da Editora Betânia. Pedagoga, palestrante, gestora no Colégio Cristão VER e capacitadora da AECEP. E-mail: alexaguerra76@hotmail.com Blog>alexaguerra.blogspot.com

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